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19 de Ago de 2017 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 EUA de Trump enfrentam Pequim no Mar da China - Jornal Brasil em Folhas
EUA de Trump enfrentam Pequim no Mar da China


Um navio de guerra americano provocou a revolta da China ao passar perto de uma pequena ilha reivindicada por Pequim no Mar da China Meridional, no primeiro choque desde a reunião dos presidentes Xi Jinping e Donald Trump no mês passado na Flórida.

Um navio militar americano, o Dewey, passou a menos de 12 milhas náuticas do recife Mischief, anunciou uma fonte americana.

A pequena pequena ilha integra o arquipélago Spratly, no Mar da China Meridional, uma área que Pequim reivindica em sua quase totalidade, incluindo zonas muito próximas às costas de vários países do sudeste asiático.

A operação pretendia demonstrar a liberdade de navegação nas águas disputadas, informou a fonte americana. Esta é a primeira ação do tipo durante a administração do presidente Donald Trump

O limite das 12 milhas náuticas (22 km) tem um valor simbólico: é a largura máxima das águas territoriais em um país, segundo a Convenção das Nações Unidas sobre o direito marítimo.

Ao entrar nesta zona, Washington ignora de fato as pretensões da China sobre o recife de Mischief.

- Descontentamento chinês -

O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Lu Kang, expressou o forte descontentamento e a forte oposição da China após esta ação da Marinha americana.

De acordo com o porta-voz de Pequim, a Marinha chinesa identificou o navio americano de acordo com a lei e ordenou a saída. A ação da Marinha dos Estados Unidos comprometeu a soberania e a segurança da China e poderia ter provocado acidentes navais ou aéreos, advertiu Lu.

A soberania da China no arquipélago Spratly e nas águas próximas é indiscutível, disse.

Esta é uma zona estratégica que contaria com importantes reservas de gás e petróleo.

A China executou na região nos últimos anos operações de construção de ilhas artificiais, além de ter planejado bases militares potenciais em recifes minúsculos.

Washington não aceita as anexações de pequenas ilhas, prática também adotada por outros países da região, e defende uma solução diplomática.

A Corte Permanente de Arbitragem de Haia considerou no ano passado, a pedido das Filipinas, ilegais as reivindicações de Pequim sobre boa parte do Mar da China Meridional, uma decisão rejeitada por Pequim.

Mas o novo presidente filipino, Rodrigo Duterte, optou desde então por uma aproximação de Pequim.

A China e outros 10 países membros da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) estabeleceram este mês um código de conduta para prevenir incidentes marítimos.

Para o porta-voz chinês, a situação no Mar da China meridional está em distensão e os Estados Unidos perturbam o processo de diálogo.

O incidente é o primeiro ato grave desde a visita de abril do presidente chinês Xi Jinping à luxuosa mansão de Donald Trump na Flórida.

Além disso, Washington conta agora com Pequim para pressionar a Coreia do Norte, com o objetivo de convencer este país a abandonar o programa nuclear.

Trump também diminuiu o tom das críticas à concorrência econômica chinesa. Durante a campanha eleitoral ele havia acusado Pequim de roubar milhões de empregos nos Estados Unidos.

Os dois países anunciaram no início do mês um acordo comercial para a exportação de carne e gás americano à China.

 

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