Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Ago de 2017 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Renan Calheiros critica Ministério Público e acordos de delação da Lava Jato - Jornal Brasil em Folhas
Renan Calheiros critica Ministério Público e acordos de delação da Lava Jato


O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), fez hoje (29) um duro discurso criticando o acordo de delação premiada fechado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com os donos da J&F, Joesley e Wesley Batista, além de outros firmados pelo Ministério Público na Operação Lava Jato. Para ele, os atos fazem parte de uma “sequência de acontecimentos preocupante” e disse que os representantes eleitos por voto popular vêm sendo criminalizados.

“Competências e prerrogativas do Congresso Nacional vêm sendo usurpadas com anistias indefensáveis. Mecanismos judiciais são manipulados para impedir a atividade legislativa. Clima mental desfavorável e violento aos deputados e senadores é estimulado pelas redes sociais e até – pasmem – pelos meios de comunicação”, afirmou.

No discurso, Renan lembrou que a prerrogativa de conceder anistia é exclusiva do Congresso Nacional, numa referência aos acordos de delação premiada que vêm sendo firmados no âmbito da Operação Lava Jato. Para ele, a condução dessas negociações têm levado a uma criminalização da política e induzido a opinião pública contra todos os políticos do país.

“Estamos diante de um ambiente de excepcionalidades jurídicas próprias de um Estado de exceção. Utiliza-se o instituto da delação como política de Estado, a exemplo do que foram a censura e a tortura na ditadura. A prisão preventiva é decretada para aterrorizar e obter delações. Dedurar inventando situações para sair da prisão ou da inevitabilidade da prisão passou a ser um bom negócio para criminosos confessos, regiamente recompensados com a impunidade e a lavagem oficial do dinheiro público roubado”, afirmou.

Investigado em mais de uma dezena de inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente do Senado opinou que tal modelo demonstra a incapacidade do Estado na persecução penal e a fragilidade das provas que vêm sendo utilizadas nos processos. “Para escamotear essa deficiência, sugere-se que o magistrado seja mero carimbador de acordos de delações ultrapremiadas, impedido até de verificar a voluntariedade, a regularidade e a legalidade de suas cláusulas, outros fatos além da investigação. E, pior, obriga-se o juiz imparcial a aceitar o perdão judicial conferido ao delator pelo órgão de acusação, abdicando da competência que lhe é reservada”, criticou.

Renan provocou ainda o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, citando que há acordos em que a palavra “generosidade” deveria ser substituída por “janosidade”. Ele citou como exemplo o acordo firmado com o ex-senador Sérgio Machado, que gravou conversas não apenas com o próprio Renan Calheiros, mas com outros parlamentares da cúpula do PMDB para entregar em sua delação premiada.

Desviou da empresa, legalmente, nos termos da colaboração, mais de R$ 256 milhões, em benefício dele e de sua família. Sérgio Machado e seus filhos, no entanto, vão devolver em parcelas somente R$ 75 milhões do valor desviado. Limparam quase R$ 900 milhões, que permanecerão em seus bolsos, não serão denunciados, e todos os processos ficarão suspensos. Em resumo impunidade total”, disse. Renan citou ainda o acordo de delação premiada dos irmãos Batistas, que na avaliação dele pagaram multa irrisória. Ricos, impunes e no exterior”.

 

Últimas Notícias

Moradores do Rosa dos Ventos comemoram chegada da nova Unidade Básica de Saúde
Samsung anuncia lucro recorde e caminha para superar Apple
Vendas da Amazon crescem, mas investimentos fazem lucro recuar
Nave tripulada Soyuz MS-05 decola rumo à Estação Espacial Internacional
Missão científica chega à Estação Espacial Internacional
Tesla apresenta seu primeiro carro popular
Geólogos encontram novas pistas sobre maior extinção mundial
NASA fará teste de defesa da Terra com asteroide real em 12 de outubro

MAIS NOTICIAS

 


CIDADES
Agetul diz que não ‘vê motivo’ para indenizar vítimas Mutirama

O presidente Agetul, Alexandre Magalhães, responsável pelo Parque Mutirama, disse que “não vê motivo” para indenizar as 13 pessoas que se feriram depois de um problema no brinquedo Twister.

 
 
ESPORTE
Neymar evita mal-estar com o Barcelona na apresentação no PSG

Suas primeiras palavras como jogador do Paris Saint Germain (PSG) giraram em torno de uma única ideia. “Quero desafios maiores”, repetiu Neymar em sua apresentação aos meios de comunicação em uma sala de imprensa lotada.

 
 
POLÍTICA
Partidos da base pressionam Temer por cargos de infiéis em votação

Partidos da base aliada de Michel Temer que votaram em massa a favor do presidente, derrubando a denúncia da Procuradoria-Geral da República.

 
 
MUNDO
George Pell se defende: abuso sexual é abominável

O Cardeal George Pell afirmou nesta quinta-feira que entraria de licença do Vaticano para retornar à Austrália e lutar contra as acusações de abuso sexual infantil.

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 4018-8212