Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


21 de Nov de 2017 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Formas parecidas com rosto humano atraem bebês inclusive dentro do ventre - Jornal Brasil em Folhas
Formas parecidas com rosto humano atraem bebês inclusive dentro do ventre


A preferência dos bebês pelas formas similares à do rosto humano parece estar presente desde antes do nascimento, segundo um estudo publicado nesta quinta-feira na revista Current Biology.

Neste trabalho, pesquisadores do Reino Unido projetaram imagens a fetos dentro do ventre da mãe e estes reagiam perante as que pareciam um rosto.

A atração que os bebês sentem pelos rostos era conhecida, mas este estudo traz a primeira evidência de que esta preferência se origina já no ventre materno.

Até agora, pudemos explorar o uso de todos os sentidos do feto, exceto a visão. Isto inclui tato, paladar, olfato, equilíbrio e audição. Mas agora podemos avançar na compreensão da visão, disse à Agência Efe Vincent Reid, pesquisador da Universidade Lancaster e um dos realizadores do estudo.

Na pesquisa, os cientistas analisaram as respostas de 39 fetos de 34 semanas de gestação a padrões de luz que pareciam um rosto projetado no seu campo de visão dentro do ventre.

Ao mesmo tempo, viam as reações dos fetos utilizando um ultrassom 4D, o que permitiu ver que os bebês em desenvolvimento giravam suas cabeças com maior frequência quando o estímulo parecia um rosto.

A nossa investigação mostra que o feto responde à informação visual, explicou Reid.

Não só isso: o estudo, segundo Reid, também mostra que os fetos respondem ativamente ao entorno, pois nos testes realizados, estes movimentavam a sua cabeça para olhar por mais tempo as formas que pareciam um rosto.

É o mesmo resultado que temos com os recém-nascidos. Portanto, esta preferência para olhar estas formas não se deve às experiências que acontecem após o nascimento, considerou Reid.

Pelas dúvidas, o cientista também aconselha às mães que não tentem projetar luzes, pois isto pode ser agoniante para o bebê.

Nós ajustamos a quantidade de luz segundo a grossura do tecido materno, para que não fosse muito brilhante. Usamos modelos para saber a quantidade de luz que normalmente entra no útero e baseamos a força da nossa luz no que é normal para o feto. Uma luz forte não é aconselhável, pois pode causar dano, explicou Reid.

Agora os pesquisadores querem saber se os fetos podem também discriminar números e quantidades.

Isto é algo que os recém-nascidos podem fazer. Se os fetos também podem, isso nos diria muito sobre as capacidades cognitivas fetais, acrescentou o especialista.

 

Últimas Notícias

Marconi presta homenagem a Aristides Junqueira, “grande guardião da Constituição de 1988”
Fux diz que decisão da Alerj é promíscua e será revista pelo STF
Marlúcio e Isaura Lemos promovem audiência pela consciência negra
Prefeitas goianas prestam homenagem ao governador em agradecimento pela parceria administrativa
Instituto de Identificação vai entregar carteira de identidade em 30 dias na capital
Nota Goiana inscreve até domingo para sorteio deste mês
IMB/Segplan e IBGE divulgam PIB de Goiás
Goiás sem Fronteiras promove última reunião com pais e alunos antes da viagem de jovens para os EUA

MAIS NOTICIAS

 

Estado entrega mais de 100 moradias em Mara Rosa e Cheque Mais Moradia para Amaralina e Bonópolis
 
 
Câmara aprova mais 81 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo na Sudene
 
 
Disputa entre taxistas e motoristas de aplicativos agora vai para a Câmara
 
 
Temer volta a Brasília e deve retomar agenda de trabalho no Planalto
 
 
Ministro da Justiça confirma críticas à segurança do estado do Rio
 
 
Banco Safra pagará US$ 10 milhões por movimentar dinheiro desviado por Maluf

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 4018-8212