Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Ago de 2017 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Energias renováveis e eficiência energética são metas para o Brasil - Jornal Brasil em Folhas
Energias renováveis e eficiência energética são metas para o Brasil


Em meio a danos ambientais cada vez mais aparentes no mundo, especialistas defendem o uso de energias renováveis para diminuir impactos como a emissão de gases de efeito estufa e o aquecimento global. Um dos meios para isso é a substituição do petróleo como elemento principal da matriz energética global por formas de maior eficiência, como solar e eólica. Segundo o diretor do Departamento de Desenvolvimento Energético do Ministério de Minas e Energia, Carlos Alexandre Pires, essa é uma das principais linhas de investimento do governo federal em geração de energia.

O Brasil tem pouco mais de 40% de sua energia gerada por fontes renováveis. Em relação à geração de eletricidade, as hidrelétricas são as principais forças, responsáveis por 64% da produção. No entanto, a matriz ainda pouco diversificada não garante segurança energética, resultando muitas vezes em problemas de abastecimento, como a crise enfrentada pelo Brasil em 2015.

O país ainda caminha lentamente para disseminação de fontes alternativas de energia, ao contrário de países da Europa como a Alemanha, onde a necessidade de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e o pouco potencial para gerar algumas energias renováveis levaram ao desenvolvimento de uma matriz renovável, como a fotovoltaica (solar) ou a eólica. Segundo Carlos Alexandre, essas são o futuro da geração de energia no mundo, e o Brasil também caminha para expandi-las. “É aquela velha história de não colocar todos os ovos em uma mesma cesta. Em termos de administração e de operação de uma rede tão complexa como é a de energia, você precisa ter várias fontes ofertando em diversos momentos do dia e se complementando, quando necessário”, afirma.

A lógica da complementariedade seria parecida com a que já funciona hoje no sistema integrado: nos períodos de seca, em que as hidrelétricas operam com menos capacidade, a geração de eletricidade acaba sendo suplementada pelas termelétricas. A intenção é que cada vez mais as formas de energia renovável ganhem espaço.

Dados do Boletim de Capacidade Instalada de Geração Elétrica - Brasil e Mundo 2016, do Ministério de Minas e Energia, ainda não demonstram esse movimento. Embora 90% do total dos 9,5 GW de potência instalada tenham sido de fontes renováveis, as fontes hidráulica e de biomassa permanecem liderando essa expansão.

Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Investidores em Autoprodução de Energia (Abiap), Mário Menel, embora o setor tenha um planejamento indicativo, é difícil controlar essa expansão, já que em um leilão prevalece a fonte que oferece o menor custo. Ele explica que a matriz elétrica brasileira comporta todas as fontes e tem bastante variedade, mas fatores como o baixo custo e facilidade de estocagem ainda favorecem as hidrelétricas.

“A melhor forma que nós temos de armazenar energia é nos reservatórios das hidrelétricas. Se eu tenho um vento favorável e estou gerando muita energia eólica, eu economizo água, então aumento o volume do reservatório e estoco energia, praticamente dentro do meu reservatório. Enquanto parou o vento, eu libero essa água para produzir energia elétrica”, diz Menel.

Esse cenário, no entanto, também vem sofrendo mudanças devido a outros fatores como a questão ambiental, que limita cada vez mais a construção das hidrelétricas e também a seca severa que algumas regiões vêm sofrendo. “O Nordeste, por exemplo, que sofre com falta de água nos últimos dois, três anos, só não teve um racionamento na região graças à [energia] eólica que está fornecendo hoje cerca de 30% da necessidade da região.”

Para o Ministério de Minas e Energia, os principais desafios com a entrada dessas fontes são econômicos e operacionais. Carlos Alexandre explica que a questão das intermitências de fortes como a eólica, que não é gerada quando falta vento, e da solar, que também fica parada durante a noite, impactam diretamente no preço da energia elétrica ofertada. “Nosso Operador Nacional de Sistema precisa, a cada instante, balancear o quanto é demandado de energia e o quanto é despachado.”

 

Últimas Notícias

Moradores do Rosa dos Ventos comemoram chegada da nova Unidade Básica de Saúde
Samsung anuncia lucro recorde e caminha para superar Apple
Vendas da Amazon crescem, mas investimentos fazem lucro recuar
Nave tripulada Soyuz MS-05 decola rumo à Estação Espacial Internacional
Missão científica chega à Estação Espacial Internacional
Tesla apresenta seu primeiro carro popular
Geólogos encontram novas pistas sobre maior extinção mundial
NASA fará teste de defesa da Terra com asteroide real em 12 de outubro

MAIS NOTICIAS

 


CIDADES
Agetul diz que não ‘vê motivo’ para indenizar vítimas Mutirama

O presidente Agetul, Alexandre Magalhães, responsável pelo Parque Mutirama, disse que “não vê motivo” para indenizar as 13 pessoas que se feriram depois de um problema no brinquedo Twister.

 
 
ESPORTE
Neymar evita mal-estar com o Barcelona na apresentação no PSG

Suas primeiras palavras como jogador do Paris Saint Germain (PSG) giraram em torno de uma única ideia. “Quero desafios maiores”, repetiu Neymar em sua apresentação aos meios de comunicação em uma sala de imprensa lotada.

 
 
POLÍTICA
Partidos da base pressionam Temer por cargos de infiéis em votação

Partidos da base aliada de Michel Temer que votaram em massa a favor do presidente, derrubando a denúncia da Procuradoria-Geral da República.

 
 
MUNDO
George Pell se defende: abuso sexual é abominável

O Cardeal George Pell afirmou nesta quinta-feira que entraria de licença do Vaticano para retornar à Austrália e lutar contra as acusações de abuso sexual infantil.

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 4018-8212