Assine Brasil em Folhas / Nuvem / Pressreader



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


22 de Nov de 2017 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

...

...

 
Notícias
 Itália explora montanha de mármore cobiçada por Michelangelo cinco séculos atrás - Jornal Brasil em Folhas
Itália explora montanha de mármore cobiçada por Michelangelo cinco séculos atrás


QUERCETA DI SERAVEZZA, Itália (Reuters) - Em 1517, Michelangelo escalou o Monte Altissimo, na Toscana, e encontrou o mármore de seus sonhos.

Era, escreveu o mestre renascentista, de grão compacto, homogêneo, cristalino, lembrando açúcar. Ele o considerou talvez até mais precioso do que aquele da vizinha Carrara, onde havia obtido mármore para algumas de suas estátuas mais famosas.

Com a bênção do papa Leão 10, Michelangelo projetou um caminho para levar os blocos de mármore branco montanha abaixo, transportado a Florença e usado para decorar a fachada da igreja de San Lorenzo.

Em troca da exploração da pedreira, as autoridades florentinas concederam a Michelangelo o direito de extrair tanto mármore quanto quisesse de Altissimo para usá-lo pelo resto da vida.

Há o suficiente aqui para extrair até o Dia do Juízo Final, escreveu ele a um contemporâneo.

Mas isso nunca aconteceu.

Depois de vários anos de trabalho para abrir uma estrada, o papa Leão 10, que era da família Medici de Florença, retirou a autorização de Michelangelo, e o projeto foi abandonado. A igreja de San Lorenzo ainda não tem uma fachada.

Hoje, as pedreiras de Altissimo, que tem 1.589 metros de altitude e se localiza nos Alpes Apuanos, estão repletas do tipo de atividade que mesmo um gênio como Michelangelo provavelmente não teria previsto.

VEJA UM ENSAIO FOTOGRÁFICO EM HTTP://REUT.RS/2UTXSZS

As técnicas modernas de corte e extração produziram uma paisagem surreal semelhante a certas pinturas cubistas, um conjunto estonteante de escadas de ponta-cabeça e estruturas de cubo de açúcar mirando o céu.

A tecnologia primitiva consistia de trabalho humano e animais de carga, disse Franco Pierotti, diretor de extração.

Os instrumentos primordiais, como alavancas, cinzéis e martelos, evoluíram mais tarde com a adoção de cabos em espiral no século 19, e agora temos cabos com ponta de diamante e serras e equipamento pesado de remoção de terra.

Atualmente a empresa Henraux é dona da montanha inteira, emprega cerca de 140 pessoas e extrai mármore de cinco pedreiras ativas.

Ao longo dos anos, artistas como Auguste Rodin, Henry Moore, Joan Miró e Isamu Noguchi usaram mármore de Altissimo em suas esculturas.

Michelangelo ficaria orgulhoso.

 

Últimas Notícias

Moradias construídas pelo Governo de Goiás resgatam dignidade e fortalecem identidade coletiva da população quilombola
Banda de rock e Anjos Urbanos juntos na prevenção às drogas nas escolas
Governo Junto de Você: casamento comunitário vai unir 174 casais em Trindade
Marconi presta homenagem a Aristides Junqueira, “grande guardião da Constituição de 1988”
Sine Estadual disponibiliza mais de 50 vagas exclusivas para pessoas com deficiência
HGG adere à Rede Universitária de Telemedicina
Governador reconhece importância do cooperativismo para evolução econômica de Goiás nos últimos 20 anos
Saneago integrará Sistema Mauro Borges ao Meia Ponte para garantir abastecimento de Goiânia e Região Metropolitana

MAIS NOTICIAS

 

Estado entrega mais de 100 moradias em Mara Rosa e Cheque Mais Moradia para Amaralina e Bonópolis
 
 
Câmara aprova mais 81 municípios de Minas Gerais e do Espírito Santo na Sudene
 
 
Disputa entre taxistas e motoristas de aplicativos agora vai para a Câmara
 
 
Temer volta a Brasília e deve retomar agenda de trabalho no Planalto
 
 
Ministro da Justiça confirma críticas à segurança do estado do Rio
 
 
Banco Safra pagará US$ 10 milhões por movimentar dinheiro desviado por Maluf

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 4018-8212