Anel pode substituir cartão

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São Paulo, 14 (AE) – Pagar as compras sem ter de colocar a mão no bolso ou mexer no celular. Essa é a proposta da startup catarinense Atar, que aposta em tecnologias vestíveis como futuro dos meios de pagamento. A ideia é que você vista a sua carteira e não tenha mais de andar cheio de coisas por aí, resume o cofundador e CEO da Atar, Orlando Purim Junior, de 24 anos.

Fundada em janeiro de 2014, em Timbó, a 30 km de Blumenau, em Santa Catarina, a startup já recebeu sete prêmios de inovação no Brasil e soma aportes de R$ 400 mil.

Apesar dos acessórios vestíveis não serem de todo uma novidade no mercado – basta lembrar dos óculos do Google e dos relógios inteligentes da Apple e da Microsoft -, a Atar quer inovar com um dispositivo que as pessoas não precisem recarregar a bateria. Para isso, a empresa usa a tecnologia Near Field Communications (NFC), que permite transmitir dados por aproximação. A máquina de cartão de crédito e débito é a parte ativa da comunicação. É só aproximar o anel da máquina e, após o reconhecimento, digitar a senha, explica Purim.

Por ora, apenas 50 pessoas – em Santa Catarina e São Paulo – testam o anel para pagamentos. Entre elas, estão funcionários do Bradesco, uma vez que a startup fez parte do programa InovaBra, que promove a colaboração do banco com as startups. – BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 880

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