Sistema de saúde britânico será modelo para novas políticas públicas em Aparecida

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O coordenador da Rede Ambulatorial da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Carlos Magno Neves, vai conhecer de perto o funcionamento do sistema público de saúde britânico, o National Health System (NHS), em Londres, na Inglaterra. Carlos Magno irá representar a secretária de Saúde do município, Vânia Cristina Rodrigues, acompanhado por alunos da Universidade Federal de Goiás, instituição parceira da SMS. O encontro será realizado do dia 29 de janeiro a 8 de fevereiro.

Em 2015, Prefeitura e UFG iniciaram um diálogo, por meio de representantes da SMS, do Instituto de Patologias Tropicais e Saúde Pública (IPTSP) e da Faculdade de Enfermagem. O objetivo é discutir políticas públicas de saúde aplicáveis às especificidades da população carcerária de Aparecida.

“A população do sistema prisional também faz parte da população de Aparecida. Todas as consultas, exames, cirurgias é uma responsabilidade da Secretaria de Saúde. Por isso esse encontro será muito importante, porque vamos beneficiar diretamente também todas as pessoas que dependem da saúde pública do município”, destacou Carlos Magno Neves, que também é professor da UFG.

O National Health System inspirou a criação do Sistema Único de Saúde (SUS), modelo brasileiro. Ambos são gratuitos e visam o atendimento universal da população. Na Inglaterra, o NHS é referência mundial pela excelência dos serviços prestados. Assim como o sistema inglês, a Secretaria de Saúde busca desenvolver ações para planejar e melhorar as políticas públicas de saúde, de acordo com as demandas do município e as mudanças que ocorrem com a população.

A comitiva será recebida pelo Dr. Eamonn O’Moore, que é graduado em medicina pela Universidade de Dublin. Além disso, é liderança nacional de Saúde Pública e Justiça da Inglaterra e coordena o programa de saúde pública prisional. Ao longo de sua carreira, Eamonn O’Moore trabalhou para atender as necessidades de saúde e assistência social de pessoas e comunidades vulneráveis, marginalizados ou excluídos. Seus estudos e pesquisas incluem saúde prisional, de migrantes, saúde sexual, HIV e as desigualdades na saúde. – BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 1338

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