Marconi faz balanço positivo da missão comercial à Oceania

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No último dia da agenda do governador Marconi Perillo na missão à Oceania, ele apresentou Goiás e suas potencialidades na Câmara de Comércio de Auckland e aproveitou para convidar a conselheira de Comércio Internacional, Smitha Shahbhag, a visitar Goiás. Ela disse que incluirá o estado na próxima missão internacional da Câmara de Comércio de Aukland.

Marconi também esteve no Ministério das Relações Exteriores e Comércio da Nova Zelândia, sendo recebido pelo diretor comercial, Malcom Milla, onde apresentou as potencialidades de Goiás e ouviu informações sobre a economia e a educação locais e os interesses comerciais dos neozelandeses.

Negócios

Na Câmara de Comércio de Aukland, Marconi e comitiva perceberam a vontade de negociar, mas há falta de projetos concretos. A Câmara neozelandesa tem departamento de comércio com a América latina, mas quase nenhum dado sobre evolução dos interesses mútuos. O governador se apresentou como um desbravador dessa distância e muito interessado em despertar a atenção dos investidores.

Segundo Marconi, a ousadia de mostrar Goiás em países que pouco trabalham com o Brasil é a essência de sua missão comercial. “Perseguimos com muita obsessão a diversificação das relações comerciais. Já ampliamos de menos de 50 para mais de 150 países nos últimos 16 anos”.

Educação

Recebido para conhecer os detalhes do único curso de língua portuguesa que sobrevive na região oceânica, Marconi discutiu com os professores da universidade Victoria Institute for link with America Latina sobre o momento geopolítico complexo da América Latina, em especial Brasil, Argentina e Venezuela.

Entre vários assuntos, também debateu o conceito de privatização da gestão do ensino. Encontrou muitos ouvintes, considerando que a oferta de serviços educacionais representa parte importante da economia neozelandesa. Explicou sua preocupação com a qualidade da educação que reclama uma profissionalização da gestão escolar, observando que “isso não tem nada a ver com privatização”. “Não estamos transferindo gestão conceitual ou curricular, mas enfrentando o desastroso resultado da gestão administrativa a que as escolas estão sujeitas, seja por conta de legislação, inexperiência e demora na consecução dos resultados”, observou.

Disse também que, depois de conhecer países que têm na educação parte importante do PIB, ficou mais convicto de que a gestão educacional tem de ser melhor gerida. Ele voltou a defender as OSs na educação em Goiás. Em entrevista, o governador comentou os resultados que viu na Nova Zelândia, considerado país campeão mundial em transparência governamental e fez um balanço positivo da missão comercial à Austrália e à Nova Zelândia.
– BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 3590

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