Suplementação de Vitamina A bate recorde em Goiás

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vitamina AO Programa Nacional de Suplementação de Vitamina A, implantado em 234 municípios goianos desde 2012 para reduzir e controlar a deficiência da vitamina em crianças de seis a 59 meses de idade, com a suplementação profilática com megadoses, vem superando a meta estabelecida pela Secretaria da Saúde. Em 2015, por exemplo, a ideia era suplementar 48.444 crianças de seis a 11 meses. Bateu recorde: foram beneficiadas 51.484 crianças, atingindo 106,28% da meta. Apenas 12 municípios goianos ainda não aderiram ao programa.

Em Goiás, a suplementação da Vitamina A é feita apenas nas crianças, não tendo sido, ainda, implantada para parturientes. A distribuição gratuita de suplementos da Vitamina A, para crianças de seis a 59 meses, ocorre durante as Campanhas de Vacinação (Multivacinação – atualização de Caderneta de Vacinação) e na rotina das Unidades Básicas de Saúde em todo o Brasil.

Segundo a Secretaria da Saúde, os 12 municípios que ainda não aderiram ao programa, e tiverem interesse na adesão, devem entrar em contato com a Coordenação de Vigilância Nutricional através do telefone (62) 3201-3593 ou pelo e-mail [email protected] para mais informações. São eles: Acreúna, Água Fria de Goiás, Aparecida do Rio Doce, Avelinópolis, Bonópolis, Estrela do Norte, Iporá, Itapirapuã, Lagoa Santa, Porteirão, Rio Verde e São Simão.

Deficiência

A deficiência de Vitamina A tem repercussões que afetam as estruturas epiteliais (tecidos celulares) de diferentes órgãos, sendo os olhos os mais atingidos. Essa vitamina é essencial ao crescimento e desenvolvimento do ser humano. Atua, também, na manutenção da visão, no funcionamento adequado do sistema imunológico (defesa do organismo contra doenças, em especial as infecciosas) e mantém saudáveis as mucosas (cobertura interna do corpo que recobre alguns órgãos como nariz, garganta, boca, olhos, estômago).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) reconhece que a deficiência de Vitamina A afeta, em nível mundial, aproximadamente 19 milhões de mulheres grávidas e 190 milhões de crianças em idade pré-escolar. No Brasil, nas últimas décadas, a DVA foi considerada um problema de saúde pública, sobretudo na Região Nordeste e em alguns locais das regiões Sudeste e Norte do País. – BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 3594

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