Para Wagner, avanço do impeachment pode interromper 30 anos de democracia

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O ministro chefe de gabinete da presidente Dilma Rousseff, Jaques Wagner, afirmou que a decisão da Câmara dos Deputados de enviar ao Senado o processo para um possível julgamento político da governante ameaça interromper 30 anos de democracia no país.

Em nota oficial, Wagner classificou a decisão como um retrocesso, alegando que se trata de um impeachment orquestrado por uma oposição que não aceitou a derrota nas últimas eleições, e que não deixou a presidenta governar, boicotando suas iniciativas e a retomada do desenvolvimento do país.

A Câmara aprovou por 367 votos a favor – houve ainda 137 contra, sete abstenções e duas ausências – o envio do processo ao Senado, que se o respaldar obrigará Dilma a deixar o poder durante os 180 dias que o julgamento político pode durar.

Confiamos nos senadores e esperamos que seja dada maior possibilidade para que ela apresente sua defesa, e que lhe seja aplicada justiça, disse Wagner.

Foi uma página triste virada pelos deputados que concordaram com argumentos frágeis e sem sustentação jurídica, acrescentou o ministro chefe em relação às acusações, fundamentadas em manobras que ficaram conhecidas como pedaladas fiscais para maquiar os resultados do governo. – BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 8282

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