Polícia prende família suspeita de assassinato para receber seguro

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Suspeitos de participação na morte do representante comercial Jucimar dos Santos Bezerra, de 33 anos, morto a tiros em agosto de 2015, foram presos na Operação Brasilis e apresentados na manhã desta segunda-feira (25/4) em Goiânia. A motivação do crime, segundo a Polícia Civil, seria o recebimento de seguros de vida em nome da vítima que totalizam cerca de R$ 120 mil. Todas as pessoas detidas pertencem à mesmo família.
Ainda de acordo com a polícia, as investigações duraram cerca de seis meses e resultou na operação denominada “Brasilis”, em alusão ao sobrenome da família envolvida no homicídio. Jucimar dos Santos foi executado no Setor Mansões Eldorado, em Goiânia.
De acordo com o delegado adjunto da DIH, Rilmo Braga, todos os suspeitos confessaram o crime, porém negaram que o motivo esteja ligado a questões financeiras. As alegações dos envolvidos apontam para suposto comportamento agressivo da vítima que, segundo relatos, demonstrava descontrole emocional e até agredia membros da família com freqüência.
Ainda de acordo com o delegado Rilmo Braga, após as investigações e acompanhamento de movimentações bancárias dos envolvidos, a polícia apurou que um banco já pagou R$ 30 mil. “Deste valor, a viúva confessou que repassou R$ 5 mil ao sobrinho para que ele pudesse pagar um advogado”, afirmou o adjunto da DIH ao relatar que a Polícia Civil já entrou em contato com as demais instituições financeiras para que sejam suspensos outros pagamentos.

O crime – Um dos detidos, sobrinho de Jucimar, informou à polícia que atraiu a vítima para uma oficina mecânica, alegando defeito em uma motocicleta. No caminho o sobrinho teria parado a moto e pedido para que o tio a empurrasse. Assim que Jucimar dos Santos Bezerra desceu da garupa já foi atingido por dois de três disparos de uma pistola 380. O delegado Rilmo Braga afirma que a vítima chegou a ser socorrida pela Polícia Militar e que, no caminho para o hospital, ele teria afirmado que o sobrinho era o autor do crime, fato que ajudou os policiais durante as investigações. “Em posse dessas informações iniciamos o trabalho de monitoramento das casas, bancário e das escolas dos sobrinhos”, relatou. – BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 8818

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