Filhos de Trump são acusados de vender acesso ao presidente eleito

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Dois filhos de Donald Trump foram acusados de organizar um evento beneficente para receber doações – de até 1 milhão de dólares – em troca do acesso a uma recepção privada após a posse do novo presidente dos Estados Unidos.

O Center for Public Integrity (CPI), um reconhecido centro independente que promove a ética e outros temas políticos, denunciou que uma fundação sem fins lucrativos foi criada tendo Donald Jr. e Eric, filhos do presidente eleito, como diretores.

Segundo o CPI, a Opening Day Foundation planejava um evento para arrecadar fundos no dia seguinte à posse de Trump, em 20 de janeiro.

De acordo com o CPI, era oferecida uma recepção privada e a oportunidade a 16 convidados de tirar fotos com o presidente Donald Trump, assim como uma excursão para caçar e pescar para quatro convidados com Donald Trump Jr. ou Eric Trump, e guitarras autografadas por um intérprete no Opening Day 2017, entre outros benefícios.

Ao contrário dos comitês políticos, a lei não exige das organizações sem fins lucrativos revelar seus contribuintes, permitindo que assinem cheques de sete dígitos para ter acesso ao presidente e ainda assim permanecerem anônimos.

Além dos filhos de Trump, a Opening Day Foundation é dirigida pelo empresário Gentry Beach e por Tom Hicks Jr, filho de um magnata de Dallas.

A Opening Day, uma referência ao dia da posse do presidente, é sua oportunidade de ter um papel importante enquanto nossa família celebra a posse do nosso pai, amigo e presidente Donald J. Trump, diz um folheto da fundação.

A equipe de transição de Trump emitiu um comunicado negando o envolvimento dos filhos do presidente eleito no evento. Donald Trump Jr. e Eric Trump são fervorosos amantes dos grandes espaços e defensores dos esforços de conservação, o que os alinha com as metas deste evento, mas não estão envolvidos com isto de qualquer modo, declarou a porta-voz Hope Hicks.

O evento Opening Day e os detalhes divulgados são apenas conceitos iniciais, que jamais foram aprovados ou perseguidos pela família Trump, afirmou Hicks. – BRASIL EM FOLHAS COM AGÊNCIAS DE NOTÍCIAS – I3D 23324

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