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14 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Professores protestam contra salário atrasado, em Aparecida de Goiânia - Jornal Brasil em Folhas
Professores protestam contra salário atrasado, em Aparecida de Goiânia


Professores da rede municipal de ensino reclamam que o pagamento do salário de maio não foi feito pela prefeitura de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana. Um grupo de docentes realizou uma manifestação na manhã desta quarta-feira (8) pedindo pelo pagamento do salário e do piso nacional da categoria, que representa um reajuste de 11,36%.
Durante o ato, o grupo caminhou da sede da prefeitura da cidade até a Câmara Municipal gritando palavras de ordem. O professor da rede municipal Antônio Carlos reclama que o dinheiro deveria ter sido depositado para a categoria no último dia 31.
“As nossas contas estão todas atrasadas, estamos indignados porque não temos condições nem de ir para o trabalho. A prefeitura diz que vai nos pagar, mas na verdade entrou na Justiça para não pagar o piso do professor”, reclamou.
Resposta
A prefeitura de Aparecida de Goiânia informou que o pagamento será feito até a noite desta quinta-feira (9). Ainda conforme a prefeitura, o piso nacional não está sendo pago porque precisa respeitar a lei de responsabilidade fiscal.
Segundo a administração do município, o salário não caiu na conta dos servidores na data correta a pedido do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Goiás (Sintego), que esperava uma decisão judicial referente ao pagamento do piso nacional da categoria.
O Sintego informou que não pediu qualquer adiamento no pagamento dos salários e que a própria prefeitura informou que precisava de mais tempo para fazer o pagamento.
“Conseguimos uma liminar para que a prefeitura pagasse o piso independente da lei de responsabilidade fiscal. Eles fizeram um primeiro pagamento com piso e depois recorreram da decisão judicial e ganharam. Dois dias antes de cair o salário, voltamos a pedir que pagassem o piso e eles disseram que precisavam de mais dias para ajustar as folhas de pagamento. Não pedimos esse adiamento”, disse Edinéia Pereira, secretária de imprensa e divulgação do Sintego.

 

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