Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Em votação acirrada, candidatos de direita disputam presidência do Peru - Jornal Brasil em Folhas
Em votação acirrada, candidatos de direita disputam presidência do Peru


Com 97,097% dos votos apurados, a votação para as eleições presidenciais no Peru está acirrada entre os candidatos Pedro Pablo Kuczynski e Keiko Fujimori. No último balanço divulgado às 7h59 desta terça-feira (9h59 no Brasil) pelo Escritório Nacional de Processos Eleitorais (Onpe, da sigla em espanhol), Kuczynski estava com 50.142% dos votos válidos, enquanto Keiko tinha 49.858%. O país realizou, no domingo (5), o segundo turno das eleições presidenciais.

Em termos econômicos, ambos são afinados com ideias de direita e defendem um plano neoliberal para o país, sem maior participação do Estado. Mas opositores temem que Keiko retome o fujimorismo, governo autoritário levado por seu pai, o ex-presidente Alberto Fujimori de 1990 a 2000). Desde 2009, ele cumpre a pena de 25 anos de prisão por corrupção e crimes de violações aos direitos humanos.

A candidata, que perdeu para o atual presidente Ollanta Humala no último pleito, conduziu uma campanha eleitoral agressiva, conquistando o apoio de grupos conservadores ao se declarar contrária ao aborto e ao casamento gay. Durante a campanha, enfrentou protesto de muitos peruanos que dizem que Keiko é uma ameaça para a democracia; um dos grupos lembrou das milhares de mulheres que passaram por uma esterilização forçada pela ditadura Fujimori e da violência dos crimes políticos.

O escritor peruano Mario Vargas Llosa também se manifestou durante a campanha dizendo que se Keiko chegar à presidência do Peru “a ditadura será legitimada”.

O grande destaque ganhado por Keiko na disputa se deve também ao momento de crise que o governo de Ollanta Humala atravessa. A popularidade do atual presidente está em apenas 16%, segundo estudo do Instituto Ipsos.

O primeiro turno das eleições presidenciais no Peru foi no dia 10 de abril. Keiko Fujimori liderou a disputa e conquistou 39,86%, não atingindo, portanto, os mais de 50% necessários para vencer em primeiro turno. O segundo candidato mais votado foi Kuzcynski, com 21,05% e a terceira foi Verónika Mendoza, com 18,74%. No segundo turno, Verónika representou um importante apoio a Kuczynski.

A campanha do ex-ministro da Economia do Peru Pedro Pablo Kuczynski está sendo apoiada até por partidos de esquerda e centro-esquerda, que preferem defender um candidato de direita a abrir mão de um posicionamento e correr o risco da volta do fujimorismo ao Peru. Para se ter ideia, no primeiro turno, o economista havia conquistado apenas 21,05% dos votos.

Sete dos 19 partidos peruanos anunciaram apoio à eleição do ex-ministro - mesmo afirmando que serão oposição ao novo governo desde o primeiro dia. Já Keiko conta com o apoio de apenas uma sigla, a Peru Nación. Desde 2000, não era vista uma união entre as diferentes vertentes políticas do país. Naquela época, uma marcha contra a reeleição de Alberto Fujimori à presidência uniu partidos rivais.

O vencedor do pleito deste ano, substituirá o presidente Humala para o período de 2016 a 2021. A expectativa do Escritório Nacional de Processos Eleitorais (Onpe, da sigla em espanhol) é de que o resultado deve ser conhecido na quinta (9) ou sexta-feira (10).

 

Últimas Notícias

Nordeste perdeu 1 milhão de trabalhadores no campo de 2012 para 2017
IBGE prevê em 2019 safra de grãos 0,2% menor que a de 2018
Safra de grãos pode chegar a 238,3 milhões de toneladas, diz Conab
Banco do Brasil tem lucro de 14,3% no terceiro trimestre
Percentual de inadimplentes recua em outubro, diz CNC
Boletos vencidos de todos os tipos serão pagos em qualquer banco
Leonardo de Morais toma posse na presidência da Anatel
Natal deve movimentar R$ 53,5 bilhões na economia do país, prevê SPC

MAIS NOTICIAS

 

No Congresso, Temer defende reuniões frequentes entre Poderes
 
 
Bolsonaro reafirma, no Congresso, compromisso com a Constituição
 
 
Bolsonaro critica Enem e diz que prova deve cobrar conhecimentos úteis
 
 
Governo de transição dividiu trabalhos por temas em dez frentes
 
 
Para ministro, é “mais simples” unir MEC com Ciência e Tecnologia
 
 
Bolsonaro e Temer iniciam hoje formalmente governo de transição

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212