Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Rússia denuncia relatório com motivação política sobre caso Litvinenko - Jornal Brasil em Folhas
Rússia denuncia relatório com motivação política sobre caso Litvinenko


A Rússia denunciou nesta quinta-feira o que chamou de investigação com nítida motivação política e carente de transparência depois da publicação no Reino Unido das conclusões sobre a morte, em Londres, em 2006, do ex-espião da KGB Alexander Litvinenko, que acusa Moscou.

Não havia motivos para esperar que o relatório final sobre esta investigação com motivação política e com extrema falta de transparência fosse objetivo e imparcial, declarou a porta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova, em um comunicado.

Segundo a investigação britânica que teve os resultados divulgados nesta quinta-feira, o presidente russo, Vladimir Putin, provavelmente aprovou o assassinato em Londres em 2006, com polônio, do ex-espião russo Alexander Litvinenko.

A operação do FSB (serviços de inteligência russo) para matar Litvinenko foi provavelmente aprovada por (Nikolai) Patrushev (diretor do FSB na época) e também pelo presidente Putin, afirma o relatório.

Se o papel de Putin na morte permanece em aberto, a investigação, presidida pelo juiz Robert Owen, é muito mais contundente sobre a participação do Estado russo.

O Estado russo foi responsável pela morte de Litvinenko, afirmam as conclusões, que confirmam também que a execução, com a introdução de polônio em um chá durante uma reunião no bar de um hotel em Londres, foi realizada por dois agentes russos, Andrei Lugovoi e Dmitri Kovtun.

Quando Lugovoi envenenou Litvinenko, é provável que tenha feito sob a direção do FSB. Acrescentaria que vejo isto como uma forte probabilidade. Concluí que Kovtun também teve participação no envenenamento, afirma o documento de 300 páginas, resultado de um ano e meio de audiências.

Litvinenko teve que ser enterrado em um caixão de chumbo para evitar fugas radioativas.

A morte do ex-agente do serviço de segurança russo FSB, que trabalhava na época para o MI6 britânico e prestava assessoria à polícia espanhola na luta contra a máfia russa, foi definida como o primeiro ato de terrorismo nuclear da história.

No relatório, o juiz Owen afirma que Litvinenko era considerado por aqueles que estavam no FSB como alguém que havia traído a organização.

 

Últimas Notícias

Bolsonaro terá uma série de reuniões na próxima semana em Brasília
Com pênalti controverso, Brasil vence Uruguai por um a zero
Brasil está preparado para substituir médicos cubanos, afirma Temer
Chega a quatro número de vítimas das chuvas em Belo Horizonte
Estudantes poderão renovar o Fies até o dia 23
Massoterapeuta Dani Bumbum deixa prisão no Rio
Cervejas terão rótulos com os ingredientes usados na fabricação
Temporal causa mortes e estragos em BH; adolescente está desaparecida

MAIS NOTICIAS

 

Morre em Pelotas o criador da camisa canarinho, Aldyr Schlee
 
 
Brasil concentrou 40% dos feminicídios da América Latina em 2017
 
 
Jungmann e Toffoli anunciam sistema para unificar processos de presos
 
 
Pensamento liberal deve guiar a equipe econômica de Bolsonaro
 
 
Gold3-4 minutosfajn permanecerá à frente do BC até Senado aprovar Campos Neto
 
 
Senado argentino aprova orçamento de 2019 como prometeu ao FMI

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212