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19 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Valdir Raupp diz estranhar indiciamento com base em doação legal de campanha - Jornal Brasil em Folhas
Valdir Raupp diz estranhar indiciamento com base em doação legal de campanha


O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) disse hoje (14) estranhar seu indiciamento pela Polícia Federal por crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva em inquérito da Operação Lava Jato. A investigação apura suspeita de que o peemedebista tenha recebido propina de R$ 500 mil desviados da Petrobras.

Em nota, a assessoria do senador informou que a doação foi feita ao diretório do partido e não à sua campanha.

“O senador Valdir Raupp esclarece que a doação de R$ 500 mil foi feita ao diretório estadual do PMDB de Rondônia e não à sua campanha em 2010, tendo sido, oficialmente, declarada e aprovada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RO) e pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme determina a legislação em vigor”.

Em outro trecho da nota, o senador afirmou que “é de se estranhar seu indiciamento, tendo como base uma doação legal e legítima para o diretório estadual na campanha de 2010”.

Ainda no documento, a assessoria de Raupp disse que o senador afirma que as provas apresentadas são frágeis e insuficientes para seu indiciamento e que provará ao Ministério Público que não cometeu nenhum ato ilícito.

Setor elétrico

Em relação à determinação do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que pediu a abertura de inquérito para investigar quatro senadores do PMDB (Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR), Jader Barbalho (PA) e Raupp), com base em delação premiada do ex-senador Delcídio do Amaral, a assessoria de Raupp destacou que o senador nunca teve influência no setor elétrico.

“O senador Valdir Raupp reafirma que jamais exerceu qualquer influência no setor elétrico, como disse o ex-senador Delcídio do Amaral em sua delação. Reitera que nunca patrocinou nenhuma indicação política para o setor e que as ilações do ex-senador Delcídio são inverídicas e não servem para embasar pedido de investigação”, concluiu a nota da assessoria do senador.

 

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