Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


21 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Maioria dos membros do Copom diz que incertezas justificam monitoramento - Jornal Brasil em Folhas
Maioria dos membros do Copom diz que incertezas justificam monitoramento


A maioria dos membros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) considerou que a recente elevação das incertezas internas e, principalmente, externas justifica continuar monitorando a evolução do cenário macroeconômico para definir os próximos passos na estratégia de política monetária (definição da taxa básica de juros, a Selic). A informação consta da ata da última reunião do Copom, divulgada hoje (28) pelo BC. No último dia 20, por seis votos a dois, o comitê decidiu manter a taxa Selic em 14,25% ao ano.

Uma das incertezas citadas pelo Copom está relacionada à velocidade do processo de recuperação dos resultados fiscais. O BC também considerou que o processo de realinhamento de preços relativos “mostrou-se mais demorado e mais intenso que o previsto”. Além disso, a ata cita "as incertezas em relação ao cenário externo [que] se ampliaram, com destaque para a crescente preocupação com o desempenho da economia chinesa e seus desdobramentos e com a evolução de preços no mercado de petróleo”.

Para os seis membros do Copom que votaram pela manutenção da Selic é necessário “acompanhar os impactos das recentes mudanças" nos ambientes doméstico e externo no balanço de riscos para a inflação, o que, combinado com os ajustes já implementados na política monetária [elevações da Selic], pode fortalecer o cenário de convergência da inflação para a meta de 4,5%, em 2017”.

Na opinião dos dois diretores que votaram pelo aumento da Selic em 0,5 ponto percentual “seria oportuno ajustar, de imediato, as condições monetárias, de modo a reduzir os riscos de não cumprimento dos objetivos do regime de metas para a inflação e reforçar o processo de ancoragem das expectativas inflacionárias”.

Votaram pela manutenção da taxa Selic o presidente do BC, Alexandre Tombini, e cinco diretores: Aldo Luiz Mendes (Política Monetária), Altamir Lopes (Política Econômica), Anthero Meirelles (Fiscalização), Luiz Edson Feltrim (Relacionamento Institucional, Cidadania e Administração) e Otávio Damaso (Regulação). Os diretores Sidnei Marques (Organização do Sistema Financeiro) e Tony Volpon (Assuntos Internacionais) votaram pela elevação da Selic em 0,5 ponto percentual.

A última reunião do Copom foi cercada de polêmica. No primeiro dia de reunião (19), Tombini decidiu divulgar comentário sobre as revisões de projeções do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a economia brasileira. Em nota, ele disse que as revisões das projeções foram significativas e seriam consideradas na decisão do Copom. O FMI aumentou a projeção de queda da economia brasileira, este ano, de 1% para 3,5%. Em 2017, a expectativa é de estabilidade, com estimativa de crescimento zero do Produto Interno Bruto (PIB), contra a expectativa de crescimento de 2,3%, divulgada em outubro do ano passado.

A fala do presidente do BC em dia de reunião do Copom é incomum e indicou uma mudança de direção em relação à Selic. Com isso, os analistas, que esperavam aumento de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros, mudaram as apostas para alta de 0,25 ponto percentual ou estabilidade da Selic. Analistas criticaram a comunicação do BC que, anteriormente, informou que adotaria as medidas necessárias para controlar a inflação, ou seja, elevar a Selic. Para alguns analistas, o BC estaria cedendo a pressões ao mudar a comunicação e tomar a decisão de manter a Selic em 14,25% ao ano.

 

Últimas Notícias

Bolsonaro elogia Mandetta e Wagner Rosário, ministros anunciados hoje
Atos em Brasília marcam os 50 anos da Receita Federal
Temer pede que brasileiros reflitam sobre questão racial
Grafiteira faz mural de 500 m2 no Rio para homenagear mulheres negras
Dia da Consciência Negra é comemorado no Rio com homenagem a Zumbi
Estados poderão decidir se darão aulas a distância no ensino médio
Moro escolhe delegados da Lava Jato para PF e departamento do MJ
Estudante poderá escolher área a ser avaliada no segundo dia do Enem

MAIS NOTICIAS

 

Estimativa do mercado para inflação cai pela quarta vez seguida
 
 
Autoridades de Cuba anunciam retorno de médicos antes do fim do ano
 
 
Guatemala monitora atividades de vulcão que pode ter novas erupções
 
 
Ex-CEO da Nissan é preso no Japão suspeito de reduzir próprio lucro
 
 
Governador eleito do Rio promete nova concessão para o Maracanã
 
 
Relatório alerta que há 45 barragens sob ameaça de desabamento

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212