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16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Na Libéria, Michelle Obama convida jovens a brigar para estudar - Jornal Brasil em Folhas
Na Libéria, Michelle Obama convida jovens a brigar para estudar


A primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, convidou as jovens liberianas, nesta segunda-feira (27), a lutarem para permanecer na escola, em discurso durante uma visita a esse país.

Michelle desembarcou por volta das 13h locais (10h, horário de Brasília) em Monróvia, capital, acompanhada de suas duas filhas, Malia e Sasha, e de sua mãe, Marian Robinson. A parada anterior havia sido na ilha do Sal, em Cabo Verde.

Na chegada, reuniu-se com a presidente liberiana, Ellen Johnson Sirleaf, no salão de honra do aeroporto internacional Roberts. De lá, o grupo seguiu para Kakata, perto de Monróvia, onde visitou um centro do Peace Corps, agência americana com voluntários espalhados pelo mundo.

Apesar da chuva, centenas de crianças acenavam e gritavam para Michelle ao longo da estrada.

Em Kakata, Michelle Obama se encontrou com adolescentes de comunidades pobres apoiadas pela Peace Corps e falou, principalmente, sobre a importância do envolvimento das mulheres na gestão do país, assim como do acesso à educação.

Gostaria que vocês continuassem a lutar para continuar na escola, convocou.

Vão para a escola, para a universidade, se puderem e, quando se tornaram as mulheres que quiserem se tornar, voltem aqui e apoiem outras meninas que precisam de ajuda, afirmou.

Depois, Michelle se dirigiu para a Unification Town, perto do aeroporto, onde conversou com outras estudantes.

A Agência americana para o Desenvolvimento Internacional (USAid) anunciou novos financiamentos para a Libéria, destinados a suspender os obstáculos que impedem as meninas de ter acesso à educação, de acordo com a Presidência dos EUA.

Segundo dados da ONU, apenas 37% das meninas com idades entre 15 e 24 anos sabem ler na Libéria. O país passou por 14 anos de guerras civis (1989-2003), que deixaram 250.000 mortos, e se encontra entre as três nações da África Ocidental mais afetadas pela recente epidemia de Ebola.

 

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