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15 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Governo considera block trade para BB e Lupatech tem plano de recuperação anulado; mais 8 no radar - Jornal Brasil em Folhas
Governo considera block trade para BB e Lupatech tem plano de recuperação anulado; mais 8 no radar


SÃO PAULO - O dia é de alívio para os mercados mundiais após dois dias de queda com Brexit, mas a Bolsa brasileira também deve repercutir o movimentado noticiário corporativo, com destaque para BB, Petrobras, entre outras companhias. Confira os destaques desta terça-feira (28):

Banco do Brasil Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o novo presidente do Banco do Brasil (BBAS3), Paulo Rogério Caffarelli, defendeu o papel de governo da instituição, mas afirmou querer voltar a entregar um retorno da sua operação no patamar dos demais concorrentes privados, mais precisamente, no nível do Bradesco (BBDC4), meta que vai perseguir até 2018.

O Banco do Brasil aprendeu a conviver com aquela aparente dicotomia: somos um banco comercial e somos um banco do governo”, afirmou. “Como braço do governo, somos remunerados para fazer isso. Mas, ao mesmo tempo, o banco vai buscar o seu resultado, sua sustentabilidade, na competição com os bancos privados. Se perdemos no passado um pouco essa margem, é preciso recuperá-la”, disse ao jornal.

Já segundo três fontes ouvidas pela Bloomberg, o governo considera ’block trade’ para vender fatia do BB. O Fundo Soberano, que possui as ações, prosseguiria com a transação assim que determinada faixa de preço fosse atingida, disseram duas pessoas, que pediram para não ser identificadas porque as conversas são privadas. Os investidores procuram vender ativos em block trade no mercado secundário para limitar o impacto nos preços. A transação ainda não está em andamento neste momento e pode não sair, uma quarta pessoa disse.

Em 24 de maio, quando o governo anunciou que desejava extinguir o Fundo Soberano, Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, disse que a venda de ações do BB seria “cuidadosa”, para minimizar impacto no mercado. O Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil não quiseram comentar

Petrobras Segundo o jornal Valor Econômico, uma das ideias apresentadas pelo núcleo econômico do governo interino de Michel Temer é aproveitar a munição da Petrobras (PETR3;PETR4) como importadora de petróleo e equipamentos para negociar a abertura de mercados para produtos brasileiros no exterior. A proposta foi colocada à mesa pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra, mas ainda não há decisão tomada pelo governo sobre o assunto, que se encontra em etapa inicial de análise.

Oi O fundo Syzigy Capital Management protocolou na Justiça da Holanda pedido de insolvência contra a Oi Brasil Holdings Cooperatif UA, um dos veículos financeiros da Oi na Holanda, segundo comunicado divulgado na segunda-feira pela Oi (OIBR4). O pedido tem como base descumprimento pela Oi Brasil Holdings relacionado aos bonds emitidos pela Oi Brasil Holdings no valor principal total de US$ 800.000.

“A medida agressiva por parte de um titular minoritário de bonds não foi inesperada, e a Oi está preparada para tomar todas as medidas cabíveis”, segundo a empresa. Em comunicado de 22 de junho, a Oi disse que obteve decisão em NY que protege contra processos de credores; no dia 20, a companhia anunciou que entrou com pedido de recuperação judicial, após não conseguir reestruturar sua dívida diretamente com bancos e credores.

Segundo o Estadão, a definição de qual é o valor preciso dos bens reversíveis da Oi promete esquentar durante o processo de recuperação judicial da operadora, diante da divergência de estimativas de dois entes federais: Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e TCU (Tribunal de Contas da União). Segundo a Anatel, os bens reversíveis da Oi têm valor contábil (registrado no balanço) de R$ 8,09 bilhões, de acordo com os dados mais recentes repassados pela tele, em 2014. Já o TCU questiona esse montante, avaliando que os bens reversíveis de todas as concessionárias no País totalizam mais de 8 milhões de itens, com um valor estimado em R$ 105 bilhões. A parte da Oi seria de R$ 51,9 bilhões, conforme informações apresentadas pelo tribunal.

Lupatech A Lupatech (LUPA3) informou que a 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo deu provimento a dois agravos de instrumento interpostos por credores do Grupo Lupatech no sentido de anular a decisão homologatória do plano de recuperação judicial do Grupo Lupatech, proferida pelo D. Juízo da 1ª Vara de Falências, Recuperações Judiciais e Conflitos Relacionadas à Arbitragem da Comarca de São Paulo.

Em comunicado, a companhia informou que aguarda a disponibilização da íntegra das decisões tomadas pelos Desembargadores componentes da 2ª Câmara Reservada de Direito Empresarial, e disse que tomará as medidas cabíveis para fazer valer a vontade da maioria dos seus credores reunidos em assembleia.

Kroton e Estácio Segundo uma fonte ouvida pela Reuters, acionistas que representam 52% do capital da Estácio Participações (ESTC3) apoiam a venda da empresa privada de ensino superior para a rival Kroton Educacional (KROT3). A fonte acrescenta que a pretendente cogita fazer uma oferta hostil, se necessário.

A fonte, que falou sob condição de anonimato, disse que a proposta da empresa de trocar 1,25 ação de sua emissão para cada papel da Estácio pode ser levada diretamente aos acionistas, o que configuraria uma oferta hostil sem necessidade de consentimento do Conselho de Administração da empresa-alvo. O Conselho da Estácio vai se reunir na quinta-feira para discutir as propostas de compra da empresa, segundo outra fonte.

Refinaria Manguinhos A Refinaria Manguinhos (RPMG3) informou que Ricardo Magro, que se encontrou ontem à Polícia Federal, não é controlador da companhia. A Refinaria de Petróleos Manguinhos é controlada pela Xoroque Participações, cujo único acionista é a Magropar, que não é controlada por Ricardo Magro, disse a Manguinhos em comunicado de esclarecimento ao mercado. Ontem as ações da Manguinhos caíram 13% hoje.

Hypermarcas Em esclarecimento sobre matéria do jornal O Estado de S. Paulo, a Hypermarcas (HYPE3) afirmou que não é alvo de nenhum procedimento investigativo e que não se beneficiou de quaisquer dos atos praticados pelo ex-executivo Nelson Mello, segundo comunicado à CVM. Nelson Mello, ex-diretor de RI da Hypermarcas, disse em depoimento aos procuradores que pagou R$ 30 milhões em propinas a Renan Calheiros, Romero Jucá e Eduardo Braga (AM).

Auditoria feita pela companhia, já finalizada, concluiu que Mello autorizou, por iniciativa própria, despesas sem as devidas comprovações das prestações de serviços. A companhia e o ex-executivo assinaram acordo de ressarcimento integral pelos prejuízos sofridos.

 

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