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22 de Sep de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade
 

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 Mansur volta a defender renúncia de Cunha - Jornal Brasil em Folhas
Mansur volta a defender renúncia de Cunha


O primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, Beto Mansur (PRB-SP), voltou a defender hoje (30) a renúncia do presidente afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e disse que a decisão deveria ser anunciada na próxima semana. “Na próxima terça-feira completa 60 dias que ele foi afastado [pelo Supremo Tribunal Federal]. Chegou a hora para que ele reflita, neste final de semana, e renuncie à presidência”, afirmou.

Mansur negou que tenha tido qualquer sinalização direta de Cunha e afirmou que não conversa com o peemedebista “há bastante tempo”. Ele voltou a reforçar que “o processo se esgotou” e a Casa precisa eleger um nome que represente a vontade da Câmara, ainda que só ocupe esta cadeira até 31 de janeiro do próximo ano, quando termina o período do mandato.

Na segunda-feira, Mansur já havia feito a cobrança, em entrevista à Agência Brasil, quando atribuiu à inércia de Cunha em relação ao cargo à atual situação da Câmara. Neste episódio, o deputado disse que “é culpa de Cunha” que os impasses provocados pelo comando da Casa sejam sendo conduzido pelo presidente interino Waldir Maranhão (PP-MA). Alvo de críticas de inúmeros parlamentares, o ultimo ataque a Maranhão ocorreu depois que ele decidiu cancelar as sessões de votações desta semana, em função das festas juninas nos estados e voltou atrás, depois de sofrer pressão dos deputados que cobraram produtividade da Câmara.

As resistências a Maranhão chegam a comprometer as votações em plenário, já que, sempre que ele preside as sessões, os deputados se recusam a deliberar. A solução encontrada foi convocar Mansur ou o segundo secretário, Giacobo, para coordenar os trabalhos. “Estamos com administração tripartide”, disse Mansur. Perguntado se Cunha ganharia algo em troca desta decisão Mansur afirmou que quem ganha é o país. “Ele teria um gesto de brasilidade se renunciar ao mandato. Ele vai defender na CCJ, no plenário, o seu mandato. Isso é lícito, mas não pode atrapalhar o andamento da Casa desta maneira”, completou.

 

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