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18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Hugol completa um ano com 1,3 milhão de atendimentos - Jornal Brasil em Folhas
Hugol completa um ano com 1,3 milhão de atendimentos


O governador Marconi Perillo disse nesta quarta-feira, dia 6, estar convencido de que Goiás vai se tornar a maior referência em saúde pública estadual para o Brasil. A avaliação foi realizada durante culto ecumênico que marcou o primeiro ano de atividade do Hospital de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), em Goiânia.

“Pelo conjunto de atividade que temos feito aqui, com um serviço de alta qualidade, estou convencido do destaque de Goiás nesta área”, afirmou.

“Sinto orgulho em liderar com tanta determinação esse movimento em prol da saúde pública. Nos primeiros anos do governo anterior, pensamos em fechar os hospitais maiores porque não conseguíamos um modelo que resolvesse de vez os problemas. Insistimos nas Organizações Sociais (OSs). Muitos foram contra. E este modelo se revelou eficiente e com resultados expressivos. Está aqui o Hugol, chegando a um ano de atividade, para confirmar isso”, relembrou o governador Marconi Perillo.

O arcebispo emérito de Goiânia, dom Antônio Ribeiro de Oliveira, deixou mensagem aos médicos e enfermeiros para que continuem seus trabalhos de cuidadores. O pastor evangélico Samuel Cesar ressaltou a importância do trabalho de saúde para a população e representantes espíritas destacaram a importância do amor nas relações entre os homens, principalmente, entre profissionais da saúde e doentes.

Em apenas 12 meses foram realizados no Hugol 1,3 milhão de procedimentos, entre atendimentos, cirurgias, exames e banco de sangue. Só de atendimentos de urgência, emergência, ambulatorial, de internação e realizados pelas equipes multidisciplinares foram 907.988 (média de 76.655 por mês); 12.963 procedimentos cirúrgicos (média de 1.080/mês); 396.194 (33.016 por mês) exames laboratoriais e de imagem. Os serviços receberam a aprovação de 97% dos seus usuários.

Marconi destacou o modelo de gestão por OS como um ingrediente de sucesso: “Quando digo que quero levar este modelo para a Educação, ainda criticam. Mas o que eu quero na Educação é a mesma qualidade e excelência que temos nos hospitais. Estou pensando nas crianças que precisam de alta qualidade de ensino para se tornarem homens e mulheres com oportunidades. Não estou fazendo isso por vaidade, mas como ser humano preocupado com outros seres humanos”.

Capacidade plena
O governador afirmou ainda que a unidade deve atingir toda sua capacidade no fim deste ano. “O Hugol ainda não chegou à sua plenitude. Estamos trabalhando para que até o fim do ano cheguemos a 100% de funcionamento. Este é o nosso desejo. De cerca de 3 mil funcionários previstos, 2.149 colaboradores já estão atuando. De 497 médicos previstos, temos 321 trabalhando. Já avançamos muito. Mas ainda vamos avançar mais e crescer na oferta de serviços de qualidade”, observou.

Ao agradecer os servidores pelo trabalho desempenhado junto aos pacientes, Marconi lembrou da atenção que tiveram com seu pai recentemente, que ficou dois dias na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hugol. “Quis que ele viesse para cá porque confio na alta qualidade do trabalho desenvolvido aqui e para demonstrar que este hospital foi feito para todos. Este hospital está à altura para receber qualquer pessoa, especialmente os mais humildes e os mais simples”, avaliou.

Ao fim deste governo, a previsão é de que dez hospitais de urgência estejam em funcionamento em Goiás. “Seis já estão em funcionamento. Só não construímos o Hugo 1, que foi feito pelo Dr. Henrique Santillo, mas que teve a sua capacidade duplicada recentemente. Estamos concluindo o Hospital de Urgências do Norte, o de Águas Lindas, o de Valparaíso e o Hospital do Servidor Público. É por isso que Goiás se destaca como exemplo de saúde pública para o País”, ressaltou.

Divisão
Cerca de 60% dos pacientes atendidos no Hugol neste primeiro ano foram de moradores de Goiânia, sendo 41% de outras cidades e 1% de estados diferentes. Marconi disse que o Hugol é um exemplo da saúde pública que funciona: “É uma pena que nem todos façam a mesma coisa, que abracem a causa da saúde pública, como nós abraçamos no Governo de Goiás”.

Ele lembrou que a saúde pública deve ser gerida por todas as esferas públicas: “Se na atenção básica a atuação fosse a mesma, se em outras esferas acontecesse o mesmo, se não tivéssemos fraude em relação a UTI que são alugadas e finalidades desviadas, não teríamos essa percepção de que saúde não funciona. Infelizmente, muita gente acha que tudo é responsabilidade do governador e do secretário de saúde. Mas não é. Nós estamos cuidando do que é responsabilidade nossa”.

Lembrou ainda a atuação do Estado em outras instituições. “Estamos ajudando a Santa Casa, Hospital do Câncer, São Cottolengo, ajudando a realizar mais de 1,2 cirurgias de queimaduras, ajudando prefeituras do interior, ajudando a manter outros 500 leitos, pagando a diferença que o SUS não paga. Hoje, o SUS paga menos de R$ 500 por leito. Mas o leito custa pelo menos R$ 1,5 mil. Quem completa é o Governo do Estado. É por isso tantos governadores e secretários de saúde têm vindo aqui ver o que está acontecendo”, explicou.

Finalidade
O secretário de Saúde, Leonardo Vilela, disse que o Hugol foi criado para atender a demanda de urgência e emergência de Goiânia, desafogar o Hugo e oferecer atendimento a moradores das regiões Oeste, Sudoeste e Norte de Goiás. Além disso, nasceu com a meta de ser referência no tratamento de queimaduras, emergências cardiológicas, medicina intensiva, clínica cirúrgica e clínica médica. “É importante lembrar que enquanto outros estados fecham a porta de suas unidades de Saúde, Goiás abre a porta de hospitais como o Hugol”, salientou.

O diretor-geral do Hugol, Hélio Ponciano, afirmou que o hospital já é considerado o maior de urgências da Região Centro-Norte do País. Ele é administrado pela Organização Social Agir. Desde a inauguração, é mantido exclusivamente pelo Governo do Estado, que custeia todas as despesas. No último dia 10 de junho, o Ministério da Saúde anunciou que vai repassar, anualmente, R$ 7,6 milhões para o funcionamento de 29 leitos de UTI.

 

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