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20 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Auditores fiscais deixam gabinete de ministro da Fazenda após seis horas - Jornal Brasil em Folhas
Auditores fiscais deixam gabinete de ministro da Fazenda após seis horas


Depois de seis horas de protesto, os auditores fiscais que ocuparam o andar do gabinete do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, deixaram o local no fim da tarde de hoje. Eles não foram recebidos por nenhum representante do governo, mas marcaram uma reunião com o secretário executivo da pasta, Eduardo Guardia, no próximo dia 20.

A categoria reivindica a edição de uma medida provisória com o cumprimento do acordo salarial assinado no fim de março. Originalmente, o governo havia prometido encaminhar um projeto de lei, mas a proposta não foi enviada ao Congresso a tempo de ser votada antes do recesso parlamentar.

“Ficamos o dia inteiro no hall do gabinete do ministro para receber alguma notícia de onde está o projeto. Uma coordenadora do gabinete nos recebeu, mas disse que não tinha informação nenhuma. Esperamos receber alguma resposta na reunião que conseguimos marcar com o secretário executivo do Ministério da Fazenda na próxima semana”, disse o diretor de Comunicação do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Sindifisco), Pedro Delarue.

No primeiro dia de mobilização da categoria, os auditores fiscais paralisaram as atividades nas unidades de atendimento da Receita Federal e promoveram operação padrão em portos, aeroportos e postos de fronteira. No Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília, a liberação de bagagens dos voos internacionais chegou a durar três horas.

“A mobilização acontece em todo o Brasil e mostra, por si própria, que é forte. A Receita está reagindo à falta do cumprimento do acordo assinado há quase quatro meses”, disse Delarue.

Por meio da assessoria de imprensa, o Ministério do Planejamento, encarregado das negociações salariais com servidores, informou que continua avaliando os acordos feitos ao final da gestão da presidenta afastada Dilma Rousseff e que também avalia quando encaminhará os projetos de lei ao Congresso. A pasta pediu que os auditores evitem o acirramento para ajudar nas negociações.

 

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