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14 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Ibovespa tem queda seguindo cautela global após tentativa de golpe na Turquia - Jornal Brasil em Folhas
Ibovespa tem queda seguindo cautela global após tentativa de golpe na Turquia


SÃO PAULO - O Ibovespa abre esta segunda-feira (18) com leve queda de 0,24%, aos 55.366 pontos, seguindo o desempenho de cautela visto nos mercados internacionais, com a maior parte dos índices mundiais em leve queda em meio à resiliência dos ativos testada após a tentativa fracassada de golpe na Turquia, que eclodiu ao final da tarde de sexta-feira.

A lira turca se fortalece neste pregão, recuperando mais da metade das perdas de sexta-feira, desencadeadas pela tentativa frustrada de golpe. Isso também favorece outras moedas emergentes e, por aqui, o dólar futuro opera com queda de 0,65%, aos R$ 3,275 na venda. Enquanto isso, o dólar comercial tem leves ganhos de 0,11%, para R4 3,2573 na compra e R$ 3,2578 na venda.

Enquanto isso, os juros futuros registram perdas, com o contrato para janeiro de 2018 caindo 4 pontos percentuais, para 12,66%, enquanto o DI para janeiro de 2021 tem queda de 7 pontos, atingindo os 11,95%.

Já o principal índice de bolsa da Turquia fechou em queda de 4,81%. A principal questão para os investidores agora é se haverá ou não um impacto residual no prêmio de risco de longo prazo na Turquia”, disse Tatha Ghose, analista de mercados emergentes do Commerzbank AG em Londres para a Bloomberg.

Na abertura, as ações europeias tinham alta e havia recuperação da lira turca ajudando moedas emergentes. As bolsas da Europa apagaram o avanço e só Londres sobe, após SoftBank Group, do Japão, concordar em comprar a britânica ARM Holdings por US$ 32 bilhões, com a última ação subindo 45%. Já na Ásia, o japonês Nikkei não abriu por conta de feriado, enquanto Hang Seng subiu 0,66% e Xangai caiu 0,34%, em meio às vendas de papéis imobiliários e de construção após dados mostrando que a alta dos preços de moradias desacelerou em junho.

Relatório Focus As expectativas sobre o tamanho da recessão neste ano foram reduzidas pelos economistas consultados pelo Banco Central. Conforme aponta o relatório Focus desta semana, a mediana das projeções para o PIB (Produto Interno Bruto) de 2016 subiram de -3,30% para -3,25%, ao passo que para o ano seguinte saltaram de 1,00% para 1,10%.

Já a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) foi mantida em 7,26% para este ano e caiu para 5,30% no ano seguinte - 10 pontos percentuais abaixo da mediana das estimativas da semana anterior. Para a taxa básica de juros, a Selic, as expectativas foram mantidas em 13,25% para 2016 e 11% em 2017.

Datafolha Segundo pesquisa Datafolha divulgada no sábado (16), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está na liderança das intenções de voto para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018. Porém, no segundo turno, ele poderia ser derrotado pela ex-senadora Marina Silva (Rede) ou pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).

Em eventual segundo turno entre Lula e Marina, ela venceria o petista por 44% a 32%. Lula também seria derrotado, por 35% a 40%, se o candidato no segundo turno fosse Serra, considerando a margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Na simulação entre Aécio Neves (PSDB-MG) e Lula, o tucano teria 38% das intenções de voto e Lula teria 36%, mesma situação que ocorreria com Geraldo Alckmin (PSDB-SP) e Lula.

Outra pesquisa do instituto mostra que, para 50% dos brasileiros, seria melhor para o Brasil que o presidente interino Michel Temer (PMDB) continue no cargo até 2018. Apenas 32% achariam melhor que Dilma voltasse. Os 18% restantes responderam nenhum, preferiram uma eleição, deram outras respostas ou disseram não saber. A pesquisa foi feita entre os dias 14 e 15 de julho.

Temer possui uma taxa de aprovação similar à de Dilma antes de deixar o cargo: 14% consideram sua gestão ótima ou boa. No início de abril, 13% tinham a mesma opinião sobre o governo Dilma. Contudo, a reprovação a Temer é muito inferior se comparada a de Dilma: o peemedebista é visto como ruim ou péssimo por 31%, cerca de metade do atribuído a Dilma (65%) antes de ser afastada.

Por fim, em uma terceira pesquisa, o Datafolha mostrou que os brasileiros estão mais otimistas sobre a economia do país. Segundo o levantamento, a expectativa sobre o futuro da economia e de sua situação pessoal atingiu o maior nível desde 2014.

O Índice Datafolha de Confiança (IDC), que calcula a expectativa econômica do entrevistado e a perspectiva sobre o país, chegou a 98 pontos em julho de 2016 - no final de 2014, era de 121 pontos. Pela metodologia do Datafolha, índices acima de 100 são considerados positivos, e abaixo disso, negativos.

 

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