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14 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Ataque reivindicado pelo EI mata padre em igreja na França - Jornal Brasil em Folhas
Ataque reivindicado pelo EI mata padre em igreja na França


Dois agressores mataram um padre com uma lâmina e feriram gravemente outro refém em uma igreja em Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia (norte da França), nesta terça (26), antes de serem mortos pela polícia.
O presidente François Hollande, que está no local, afirmou a jornalistas que os autores do ataque declararam lealdade ao Estado Islâmico. “O EI declarou guerra contra nós e precisamos lutar por todos os meios possíveis, respeitando a lei, o que nos faz uma democracia”, afirmou.
O próprio Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque, que disse ter sido realizado por “dois soldados” do grupo.
Segundo a Associated Press, um policial identificou um dos agressores como Adel Kermiche, um jovem cujos pais já teriam sinalizado seu comportamento radical às autoridades para tentar evitar que ele fosse para a Síria.
Segundo o policial, o autor do ataque chegou a ser detido quando embarcava para a Síria e foi colocado sob supervisão judicial, com uma pulseira eletrônica que era desligada durante cinco horas por dia, o que o permitia deixar sua casa sem vigilância. O rapaz, no entanto, precisava ir à polícia uma vez por dia. Uma pessoa foi detida por suspeita de envolvimento com os responsáveis pelo ataque. A investigação foi entregue à unidade antiterrorismo da promotoria de Paris.

ATAQUE
O ataque aconteceu durante a missa na manhã desta terça (26). Inicialmente, cinco pessoas foram feitas reféns.
Os agressores teriam então ordenado que o padre Jacques Hamel, 85, se ajoelhasse antes de ser degolado.
“Eles o forçaram a ficar de joelhos e ele tentou se defender. Foi aí que o drama começou”, disse uma freira, Irmã Danielle, que estava na missa e conseguiu escapar, à rádio RMC.
“Eles estavam se filmando. Eles fizeram uma espécie de sermão em árabe no altar”, afirmou.
“Em um determinado momento, os dois agressores saíram da igreja e foram mortos pelas forças de elite”, afirmou o porta-voz do Ministério do Interior Pierre-Henry Brandet à rádio France Info.

PROFANAÇÃO À REPÚBLICA

Em pronunciamento em rede nacional na TV, Hollande disse que a França está “travando uma guerra” e pediu que os cidadãos do país permaneçam unidos. “O que os terroristas querem é nos dividir, nos separar, nos colocar uns contra os outros”, afirmou.
Ele condenou fortemente o ataque desta terça. “Atacar uma igreja e matar um padre é profanar a república”, disse.
Mais cedo, o primeiro-ministro, Manuel Valls, classificou o ataque como “bárbaro” e afirmou ser um golpe contra todos os católicos e a França.
“Vamos permanecer unidos”, afirmou Valls em declaração ao público.
O ataque é o último de uma série de agressões na Europa. Neste domingo, um sírio de 27 causou uma explosão em Ansbach, na Alemanha. Ele teria jurado lealdade ao Estado Islâmico. No último dia 22, um alemão de origem iraniana, de 18 anos, abriu fogo em um shopping em Munique.
Na França, o ataque desta terça acontece 12 dias depois que o tunisiano de 31 anos Mohamed Lahouaiej Bouhlel atropelou uma multidão em Nice, no sul do país, matando 84 pessoas. O Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque.
O porta-voz do Ministério do Interior confirmou que um dos reféns foi morto e um se encontra em estado crítico.
O papa Francisco se manifestou em comunicado, afirmando que compartilha da “dor e do horror” pelo assassinato bárbaro do sacerdote francês. “Estamos particularmente afetados por essa horrível violência, ocorrida em uma igreja, lugar sagrado em que se anuncia o amor de Deus”, afirmou.
O ataque aumenta as pressões sobre o presidente François Hollande, para que recupere o controle sobre a segurança nacional, já que a França se encontra em estado de emergência a apenas 10 meses das eleições presidenciais.
Cazeneuve foi alvo de críticas de políticos conservadores por não ter feito o suficiente para prevenir o ataque em Nice, no último dia 14.
O legislativo francês aprovou uma extensão de seis meses no estado de emergência após o ocorrido em Nice, enquanto o governo socialista de Hollande afirmou que intensificaria os ataques contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria.

 

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