Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Comércio movimentou R$ 3 trilhões e ocupou 10,7 milhões de pessoas em 2014 - Jornal Brasil em Folhas
Comércio movimentou R$ 3 trilhões e ocupou 10,7 milhões de pessoas em 2014


O comércio brasileiro movimentou R$ 3 trilhões em receita operacional líquida e ocupou 10,7 milhões de pessoas em 2014. Em 2013, esse valor foi de R$ 2,7 trilhões. As informações fazem parte da Pesquisa Anual do Comércio (PAC) 2014 e foram divulgadas hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A receita do setor, com 1,6 milhão de empresas comerciais, cresceu 7,3% em termos reais, aumento impulsionado pelo desempenho do segmento do comércio atacadista, cuja contribuição para o crescimento da receita foi de 3,7 pontos percentuais. O aumento, no entanto, é menor que em 2013 (8,9%), 2001 e 2012 (11,9%).

Para o gerente da pesquisa, Luiz Andrés Ribeiro, um dos dados que merecem destaque é o que aponta aumento da participação do comércio varejista ao longo dos anos da pesquisa, iniciada em 2007. “A participação passou de 39,8%, em 2007, para 43,4%, em 2014. Por outro lado, o comércio atacadista, que respondeu pela maior parcela da receita, apresentou pequena queda, passando de 44,9% para 44,4%, bem como o comércio de veículos automotores, peças e motocicletas cuja participação passou de 15,4%, em 2007, para 12,2%, em 2014”, disse ele.

Ribeiro destacou que esses resultados tiveram impacto principalmente, pela dinâmica do mercado de trabalho, do mercado de crédito e pela elevação da renda média da economia brasileira no período. O comércio varejista respondeu por 78,8% do número de empresas, com 1,3 milhão, e empregou 7,9 milhões de pessoas (73,7% do total).

O comércio atacadista de combustíveis e lubrificantes manteve-se como a principal atividade na geração de receita, mas perdeu participação entre 2007 e 2014. Hipermercados e supermercados ganharam participação, passando para a segunda posição. Por outro lado, o comércio de veículos automotores perdeu participação, passando para a terceira posição.

A forma de venda tradicional do varejo (em lojas, postos de combustíveis, boxes em mercado, depósitos, galpões, armazéns e salas) ainda é predominante, mas perdeu participação na receita bruta do setor, entre 2007 (96,9%) e 2014 (95,9%). Já as vendas pela internet duplicaram sua participação (de 1% para 2,2%, no período), enquanto as televendas cresceram quase na mesma intensidade (de 0,5% para 0,9%).

A receita bruta do comércio varejista, incluindo todas as formas de comercialização, teve aumento real de 86,5%, ao passar de R$ 753,3 bilhões, em 2007, para R$ 1,4 trilhão, em 2014. De 2007 a 2014, a receita bruta real (já deflacionada) das vendas das empresas varejistas do país pela internet saltou de R$ 7,7 bilhões para R$ 30,2 bilhões, com crescimento real de 290,4% e a das televendas do varejo, 236,3% (ao passar de R$ 3,7 bilhões para R$ 12,6 bilhões).

Massa Salarial e salário médio

Foram pagos R$ 186,3 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações. A massa salarial apresentou crescimento real de 8,1%, acompanhado por um aumento de 3,3% do número de pessoas ocupadas.

O salário médio cresceu 4,7% em termos reais para atividade comercial em relação a 2013. O varejo foi responsável pela maior massa salarial, 62,9%, que teve crescimento de 6,8%. A atividade que registrou o maior crescimento da massa salarial anual (21,5%) foi comércio varejista de outros produtos novos (19,7%), atividade caracterizada por pagar salários relativamente baixos (R$ 1.000,00, em 2014).

O comércio varejista, no entanto, apresentou o menor salário médio mensal (R$ 1.143,00) contra R$ 2.058,00 do atacadista e R$ 1.574 do comércio de veículos automotores, peças e motocicletas.

Os hipermercados e supermercados destacaram-se com o maior número de pessoas ocupadas 1,2 milhão (10,8%) e na massa salarial R$ 19,9 bilhões (10,7%).

As regiões

A distribuição regional da receita do comércio entre 2007 e 2014 se manteve, segundo a PAC 2014, mas a Região Sudeste perdeu participação, enquanto as regiões Centro-Oeste e Nordeste exibiram aumentos de participação.

O Sudeste manteve participação majoritária nas principais variáveis do comércio no ano estudado: receita bruta de revenda (51,1%), remunerações (55,5%) e ocupados (51,2%), além de pagar o maior salário médio (dois salários mínimos).

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212