Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


17 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Lewandowski decide fazer intervalo para almoço, após manhã tranquila no Senado - Jornal Brasil em Folhas
Lewandowski decide fazer intervalo para almoço, após manhã tranquila no Senado


Dada a tranquilidade na qual transcorre o terceiro dia de julgamento da presidenta afastada Dilma Rousseff, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, recuou na decisão anunciada na noite de ontem (26) de não fazer intervalo para almoço neste sábado.

A sessão foi interrompida às 13h e será retomada às 14h, ainda com a oitiva do ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa, que responde desde às 10:30 da manhã a questionamentos de senadores contrários e favoráveis ao impeachment.

A expectativa de Lewandowski é encerrar as oitivas de defesa ainda hoje com o professor de direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Ricardo Lodi Ribeiro, que participará na condição de testemunha.

O ministro Nelson Barbosa comparou o julgamento de Dilma Rousseff à nova lei de trânsito que obriga motoristas a dirigir com o farol aceso durante o dia. É como se fossem punidos aqueles que dirigiam com o farol apagado antes da sanção dessa lei, exemplificou.

Favorável ao impeachment, o presidente do PSDB Aécio Neves (MG) criticou o ex-ministro. O que me chama mais atenção no depoimento de Vossa Excelência é que não há, em nenhum instante, um reconhecimento de culpa sobre o que vem ocorrendo no Brasil, provocou.

Ao criticar a política econômica, que teve Barbosa como último ministro da Fazenda, Aécio Neves disse que o governo Dilma não tomou medidas para frear a perda do grau de investimento do país. O tucano lembrou ainda os números de desemprego e o fechamento de estabelecimentos comerciais dos últimos 18 meses.

Creio que o senhor não acompanhou o debate da crise econômica de 2015. Houve correções no Pronatec, no Fies, no Minha Casa Minha Vida. O senhor pode chamar isso de mea culpa ou do que quiser, mas foram feitas várias correções para combater a crise, rebateu o ex-ministro.

Ao ser questionado por Aécio se se sentia responsável pela tragédia econômica que o governo petista teria provocado, Barbosa disse que tem orgulho de ter participado de um governo eleito quatro vezes e que os passivos do passado foram resolvidos em 2015.

Em defesa de Dilma e sob protestos, a senadora Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM) questionou a lei que obriga o governo a cumprir a meta no trimestre ou no quadrimestre. A meta é anual. Sempre foi considerada anualmente, explicou o ex-ministro. Tanto é que você só verifica se cumpriu a meta quando é feito o balanço de caixa em janeiro de cada ano.

Para Barbosa, o não cumprimento da meta é passível apenas de multa. Em várias esferas municipais e estaduais a meta vem sendo descumprida sem protestos de deputados e senadores, disse destacando que mesmo que não fosse cumprida a meta, isso não seria considerado crime. Aí não querem que a gente diga que é golpe, que é farsa. Mas tem que ser dito, pois não vamos aceitar, afirmou.

Le Monde

Ao tomar a palavra, o senador Jorge Viana (PT-AC) citou o editorial deste sábado (27) do jornal francês Le Monde sobre o processo no Brasil e disse que até a imprensa estrangeira reconhece a farsa que é o impeachment de Dilma.

Segundo o senador, o editorial do Le Monde deste sábado diz que, se esse não é um golpe de Estado é, no mínimo, uma farsa. E as verdadeiras vítimas dessa tragicomédia política infelizmente são os brasileiros.”

Ao responder Jorge Viana, que questionou o ex-ministro sobre quem trabalhava na elaboração dos decretos de créditos suplementares, o ex-ministro esclareceu que decretos com esse objetivo passam por, pelo menos, vinte autoridades.

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212