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13 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Após depoimento no Senado, Dilma tem dia de reclusa no Palácio do Alvorada - Jornal Brasil em Folhas
Após depoimento no Senado, Dilma tem dia de reclusa no Palácio do Alvorada


Após enfrentar mais de 13 horas de depoimento no Senado, a presidente afastada, Dilma Rousseff, passou o dia de ontem no Palácio da Alvorada. A petista deixou o Congresso por volta de 1h e estendeu seu horário de sono, levantando-se duas horas depois do costume, por volta das 8h. Durante todo o dia, ela evitou a imprensa e acompanhou o desenrolar do processo de impeachment na companhia do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, de políticos aliados e líderes de movimentos sociais.

Apesar de se dizer confiante, o prognóstico para o resultado da votação no Senado não é positivo. Dilma almoçou ontem com Lula, com o presidente do PT, Rui Falcão, com o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, e com representantes de movimentos sociais para avaliar seus próximos passos. Os ex-ministros Jacques Wagner, Nelson Barbosa e Aloizio Mercadante também estiveram na residência oficial da Presidência da República.

Dilma recebeu elogios pela participação no Congresso e assistiu à defesa de José Eduardo Cardozo no plenário do Senado. O ex-ministro da Justiça, que é advogado da presidente, se emocionou ao defendê-la. Apos ó fim de sua apresentação, por volta de 15h35, Cardozo recebeu um telefonema de Dilma, que agradeceu e elogiou o trabalho. “Chorou, hein?”, brincou ela. O advogado não conteve as lágrimas ao se indignar com o tratamento dispensado à petista. “No dia em que uma pessoa perde a capacidade de se indignar diante da injustiça, é porque se desumanizou. E eu não quero me desumanizar”, disse ele, no fim da ligação.

No Alvorada, Dilma também recebeu a cantora e escritora Fernanda Takai, que viajou a Brasília para demonstrar o apoio contra o impeachment. “Queria dizer pessoalmente que sou grande admiradora e sou fã dessa presidente, desta mulher”, disse Takai. “Se pudesse escolher uma segunda mãe, poderia ser a presidente Dilma”, acrescentou. Em meio a abraços e demonstrações de carinho, Dilma respondeu: “Eu sou, eu sou. E você tem a idade da minha filha”. Takai seguiu para o Senado, onde se encontrou com congressistas contrários ao afastamento da petista.

 

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