Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Refugiado e fenômeno do atletismo levam prêmio que exalta espírito paralímpico - Jornal Brasil em Folhas
Refugiado e fenômeno do atletismo levam prêmio que exalta espírito paralímpico


O nadador Ibrahim Al Hussein e a velocista norte-americana Tatyana McFadden receberam, durante a cerimônia de encerramento dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o prêmio Whang Youn Dai, conferido ao homem e à mulher que melhor representam o esporte paralímpico. Os dois receberam, das mãos do filho da mulher que batiza a honraria, uma medalha de ouro puro, com cerca de 75 gramas.

O prêmio é um símbolo das Paralimpíadas desde 1988 e está sendo conferido desde entãosempre na festa de encerramento. A médica Whang Youn Dai foi a primeira a recebê-lo, em virtude de seu trabalho com pessoas com deficiência, focado nos valores do esporte e dos direitos humanos. A sul-coreana foi diagnosticada com paralisia infantil com três anos, o que não a impediu de se formar em medicina. Ela já foi vice-presidente da Associação Desportiva para Deficientes na Coreia e do Comitê Paralímpico.

Ibrahim é um dos dois atletas refugiados que fazem parte da primeira equipe de atletas independentes da história dos Jogos Paralímpicos. O nadador, que nasceu em Deir ez-Zor, na Síria, competiu nos 50m e nos 100m livre da classe S9, sem conquistar medalhas, mas melhorando suas marcas pessoais.

Estrela

Há três anos, Ibrahim tornou-se vítima do conflito armado iniciado na Síria em 2011. A carreira de nadador foi interrompida após ele ser ferido por uma explosão, que levou à amputação de parte da perna direita. Ele se refugiou na Turquia, onde reaprendeu a andar, e também na Grécia, desembarcando depois de uma viagem a bordo de um barco inflável. Ibrahim também conduziu a tocha olímpica em seu percurso pela Grécia e foi o porta-bandeira da equipe de refugiados na abertura.

Aos 27 anos, Tatyana McFadden é uma estrela do paradesporto. Em quatro participações consecutivas nos Jogos Paralímpicos, ela acumula 16 medalhas nas corridas para cadeirantes - sete ouros, seis pratas e três bronzes, sendo quatro ouros e duas pratas conquistados no Rio de Janeiro, onde disputou todas as provas de sua categoria.

Prêmio

Em 2013, a multicampeã tornou-se a primeira pessoa, entre atletas regulares e paralímpicos, a vencer, no mesmo ano, as quatro principais maratonas do mundo (Boston, Londres, Chicago e Nova York), o que ela viria a repetir em 2014 e 2015. Também naquele ano ela foi a primeira mulher a ganhar seis ouros em uma mesma edição do Campeonato Mundial, vencendo os 100m, 200m, 400m, 800, 1500m e 5000m em Lyon, na França.

Ao todo, 21 atletas foram indicados para o prêmio Whang Youn Dai. O Comitê Paralímpico Internacional (IPC, na sigla em inglês) chegou à lista final, com seis nomes: Jose Luis Casas (Peru), Ibrahim Al Hussein (Equipe de Atletas Independentes), Ammar Ali (Iraque), Tatyana McFadden (Estados Unidos), Zulfiya Gabidullina (Cazaquistão) e a brasileira Verônica Hipolito.

Os vencedores foram escolhidos por um painel independente de juízes, formado por membros do Comitê Executivo da entidade máxima do esporte paralímpico.

 

Últimas Notícias

Brasil perdeu 7,2 milhões de linhas de celular no ano passado
Petrobras reduz em 3% GLP empresarial nas refinarias
Ministro do STJ nega pedido de prisão domiciliar a João de Deus
Escassez de chuvas leva governo a acionar termelétricas mais caras
Picciani, Paulo Melo e Albertassi serão julgados por Bretas
Suspensa permissão para deputada receber denúncias contra professores
MPT não descarta pedir bloqueio dos bens do Flamengo
Número de mortos identificados em Brumadinho chega a 151

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212