Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


11 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Papa e líderes religiosos mundiais prometem se opor ao terror em nome de Deus - Jornal Brasil em Folhas
Papa e líderes religiosos mundiais prometem se opor ao terror em nome de Deus


O papa Francisco e líderes de outras religiões globais disseram “Não à Guerra!” nesta terça-feira, prometendo se opor ao terrorismo em nome de Deus e fazendo um apelo aos políticos para que escutem o que foi chamado de “o grito angustiado de tantos inocentes”.

O papa voou de helicóptero para a cidade no centro da Itália que foi casa de São Francisco, o santo do século 13 reverenciado por muitas religiões como um patrono da paz e da natureza e um defensor do pobre.

O líder da Igreja Católica encerrou uma reunião de três dias em que cerca de 500 representantes do cristianismo, islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo e outras religiões discutiram como os seus membros poderiam melhor promover a paz e a reconciliação.

O papa Francisco, que fez dois discursos e compartilhou refeições com os líderes, afirmou que a indiferença ao sofrimento havia se tornado “um novo e profundamente triste paganismo” que leva alguns a dar as costas para vítimas de guerra e refugiados com a mesma facilidade com que muda o canal da TV.

Perto do final do encontro, integrantes de cada religião rezaram em localidades separadas e então se juntaram numa praça do lado de fora da famosa basílica onde São Francisco foi sepultado.

Orações foram dedicadas às vítimas de guerras, incluindo na Síria e no Afeganistão, e para os refugiados que fogem dos conflitos. Uma refugiada de Aleppo que mora na Itália disse ao papa ao final que o coração dela estava “aos pedaços”.

“Somente a paz é sagrada, e não a guerra”, disse o papa nascido na Argentina.

ABUSO DA RELIGIÃO

O papa Francisco, líder dos 1,2 bilhão de católicos no mundo, rezou na basílica com Justin Welby, arcebispo de Canterbury, líder espiritual dos 80 milhões de anglicanos no mundo, e o com o patriarca Bartolomeu, líder espiritual de até 300 milhões de cristãos ortodoxos em todo o globo.

Num apelo final que representantes chaves assinaram e deram a crianças de vários lugares do mundo, eles prometeram “se opor a qualquer forma de violência e abuso da religião que busca justificar a guerra e o terrorismo”.

Não à guerra! Que o grito angustiado de muitos inocentes não seja ignorado. Vamos pedir aos líderes dos países para desarmar as causas da guerra: a cobiça por poder e dinheiro, a ganância dos negociadores de armas, interesses pessoais e disputas por erros do passado”, afirmou o apelo.

 

Últimas Notícias

Jornalista e radialista Laerte Junior morre aos 52 anos
Prazo para consolidar dívidas do Refis começa nesta segunda
Novo crediário para cartão é estudado para 2019, diz Febraban
Receita libera hoje consulta a sétimo lote de restituição do IR 2018
Intenção de investimentos da indústria cresce 4,4 pontos
Mercado reduz estimativa de inflação pela sétima vez
Demanda por bens industriais cresce 0,3% em outubro
Anatel apreende mais de 126 mil produtos não certificados

MAIS NOTICIAS

 

Novo crediário para cartão é estudado para 2019, diz Febraban
 
 
Demanda por bens industriais cresce 0,3% em outubro
 
 
Diálogo Brasil debate projeto Escola sem Partido
 
 
Brasileiro é eleito para Associação Internacional de Seguridade Social
 
 
Polícia e MP de Goiás vão apurar denúncias contra médium João de Deus
 
 
ONG homenageia policiais militares mortos no estado do Rio

 


 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212