Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


22 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Infecções resistentes a antibióticos podem gerar crise financeira - Jornal Brasil em Folhas
Infecções resistentes a antibióticos podem gerar crise financeira


A expansão das chamadas superbactérias, resistentes a todos os tratamentos médicos conhecidos, pode desencadear uma crise financeira similar, ou até pior do que a de 2008 - alertou um estudo do Banco Mundial publicado nesta segunda-feira (19).

A resistência antimicrobiana está em aumento e, no futuro, muitas doenças infecciosas não poderão ser tratadas, o que implicará um alto custo para os Estados e o aumento do número de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza.

Esse problema pode representar um custo de até US$ 100 trilhões globalmente em 2050.

Devemos saber que, a menos que seja enfrentado rapidamente e com seriedade, o problema da resistência aos antibióticos terá consequências desastrosas para a saúde humana e animal, para a produção de alimentos e para a economia global, advertiu a diretora-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Margaret Chan.

Intitulado Doenças resistentes aos medicamentos: uma ameaça para nosso futuro econômico, o relatório analisa o que pode ocorrer, se os antibióticos e outros remédios antimicrobianos deixarem de surtir efeito.

A propagação das doenças levaria cerca de 28 milhões de pessoas para a extrema pobreza até 2050, especialmente nos países em desenvolvimento, indica o relatório.

Em linhas gerais, o mundo mostra uma tendência de redução da pobreza extrema para 2030, aproximando-se da meta de menos de 3% da população vivendo nessa situação. Mas a resistência aos antibióticos põe em risco que se possa atingir esse objetivo, acrescenta.

Além disso, os países de menor renda podem perder mais de 5% do seu Produto Interno Bruto (PIB) até 2050, e o volume de exportações no mundo pode se reduzir em 3,8% até esse mesmo ano, segundo as projeções.

O aumento global nos custos da atenção em Saúde pode ser de entre US$ 300 bilhões e US$ 1 trilhão por ano em 2050, afirma o estudo.

A produção de víveres também pode cair entre 2,6% e 7,5%, anualmente.

Esse problema será abordado nesta semana em uma sessão especial na Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York.

A dimensão e a natureza dessa ameaça poderiam nos levar a um retrocesso nos êxitos alcançados no desenvolvimento e poderiam nos afastar dos nossos objetivos de erradicar a pobreza extrema, ressaltou o presidente do Banco Mundial, Jim Yong Kim.

Não podemos bancar os custos que representaria a inação, especialmente os países mais pobres. Devemos reagir com urgência para evitar essa crise potencial, alertou.

 

Últimas Notícias

Michelle Bolsonaro e Marcela Temer visitam o Palácio da Alvorada
STF adia decisão definitiva sobre decreto de indulto natalino
Empresário repassou mansão a Adriana Ancelmo, diz delator
Audiência debate mudanças no currículo dos cursos de engenharia
Presidente eleito se reúne com Mozart Ramos, do Instituto Ayrton Senna
MP quer multar prefeitura de SP por falta de manutenção de viadutos
Criação de emprego formal desacelera 24,6% em outubro, revela Caged
Fábio Ramalho considera normal sua candidatura à presidência da Câmara

MAIS NOTICIAS

 

Grafiteira faz mural de 500 m2 no Rio para homenagear mulheres negras
 
 
Estados poderão decidir se darão aulas a distância no ensino médio
 
 
Estudante poderá escolher área a ser avaliada no segundo dia do Enem
 
 
PF prende suspeitos de ligações com facções criminosas em sete estados
 
 
Bolsonaro confirma Mandetta para a Saúde
 
 
México habilita 26 empresas brasileiras para compra de carne de frango

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212