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17 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Presidente filipino se compara a Hitler em sua luta contra as drogas - Jornal Brasil em Folhas
Presidente filipino se compara a Hitler em sua luta contra as drogas


O presidente filipino, Rodrigo Duterte, fez nesta sexta-feira uma comparação entre sua sangrenta guerra contra a criminalidade e o tráfico de drogas e o extermínio dos judeus cometido por Adolf Hitler, assinalando estar feliz por massacrar milhões de drogados.

Duterte, de 71 anos, conhecido por suas declarações controvertidas, também classificou os Estados Unidos e a União Europeia de hipócritas por criticarem sua campanha contra o tráfico de drogas.

Hitler massacrou três milhões de judeus. Pois há três milhões de drogados nas Filipinas. Ficarei feliz em massacrá-los, declarou em um discurso.

Mas gostaria que minhas vítimas fossem [sic] todas criminosas para acabar com o problema de meu país e salvar a próxima geração da perdição, disse ainda.

O novo presidente filipino, que chegou ao poder em maio, prometeu matar milhares de criminosos com o objetivo de eliminar o tráfico de drogas em seis meses.

Desde sua posse, em 30 de junho, mais de 3.300 pessoas morreram, a maioria assassinadas por civis que aprovam a cruel retórica do presidente, que os incentiva a fazer justiça pelas próprias mãos.

Inúmeras organizações de defesa dos direitos humanos e governos ocidentais criticam duramente esta política.

Sua comparação com Hitler nesta sexta já desatou novas condenações.

Estas declarações são repulsivas e o presidente Duterte tem de se retratar e pedir desculpas, afirmou o presidente do Congresso Judeu Mundial, Ronald Lauder, em um comunicado.

O presidente filipino ainda criticou nesta sexta a União Europeia e os Estados Unidos por sua falta de atuação na crise migratória.

Vocês, Estados Unidos e União Europeia, podem me chamar do que quiser, mas nunca fui hipócrita como vocês, afirmou.

Os migrantes fogem do Oriente Médio. Vocês os deixam apodrecer, e se preocupam com a morte de 1.000, 2.000, 3.000 pessoas?, questionou.

 

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