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19 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Unasul diz que vai continuar apoiando a Colômbia na busca pela paz - Jornal Brasil em Folhas
Unasul diz que vai continuar apoiando a Colômbia na busca pela paz


A Secretaria-Geral da União das Nações Sul-americanas (Unasul) informou que vai continuar apoiando a Colômbia na busca pela paz. A declaração foi feita depois de a população do país rejeitar o acordo de paz assinado entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).

“Neste momento decisivo para a Colômbia, a Secretaria-Geral destaca o reconhecimento dos resultados alcançados pelo presidente Juan Manuel Santos e outros atores políticos e renova o compromisso de continuar apoiando a Colômbia para que alcance a paz por meio do diálogo”, declarou a entidade em nota.

Ainda no comunicado oficial, a Unasul expressou seu reconhecimento e sua felicitação ao povo colombiano por manter o espírito democrático e o comportamento cívico e pacífico durante a realização do plebiscito ao longo do dia de ontem (2).

O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, anunciou hoje (3) que não vai desistir de assinar o acordo de paz com as Farc após uma derrota inesperada nas urnas. “O cessar-fogo é bilateral e definitivo. Não desistirei. Buscarei a paz até o último dia do meu mandato”, disse, em sua primeira declaração após a divulgação do resultado do referendo.

OEA

Por meio de sua conta na rede social Twitter, o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, classificou como fundamental que o processo de paz chegue a todos os colombianos – inclusive aos 60% que optaram por não participar do plebiscito proposto pelo governo. “Apoiamos o diálogo inclusivo. A paz é um trabalho para todos”, disse.

Conflito

A Colômbia enfrenta uma guerra com as Farc há 52 anos. O conflito já provocou a morte de 220 mil pessoas. A guerrilha tinha prometido que, caso o acordo fosse assinado, se tornaria um partido político. O governo colombiano não precisava submeter o acordo de paz a um referendo, mas decidiu convocar a consulta popular para dar legitimidade política à decisão.

 

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