Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Colombianos rejeitam acordo de paz entre governo da Colômbia e as Farc - Jornal Brasil em Folhas
Colombianos rejeitam acordo de paz entre governo da Colômbia e as Farc


Em uma votação apertada, a população da Colômbia rejeitou o acordo de paz assinado entre o governo da Colômbia e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). No plebiscito feito hoje (2), com 99,93% das urnas apuradas, 50,21% da população respondeu não à pergunta: “Você apoia o acordo final para o fim do conflito e a construção de uma paz estável e duradoura?”. O sim somava 49,77% dos votos.

O plebiscito teve 12.803.986 de votos válidos e 13.061.087 votos totais. O número de eleitores que se cadastraram para votar foi 34.899.945 e 37,42% compareceram às urnas.

O presidente da Colômbia, Juan Manoel Santos, fez um pronunciamento à nação após o resultado do plebiscito e disse que amanhã (3) irá convocar todas as forças políticas, em particular as que se manifestaram pelo não, para escutá-las, abrir espaço de diálogo e determinar o caminho a seguir. Santos disse ainda que representantes do governo vão procurar os negociadores das Farc para dar informações sobre o resultado desse diálogo político

“Vamos decidir, entre todos, qual o caminho que devemos tomar para que essa paz que todos queremos seja possível e saia mais fortalecida dessa situação, Não me renderei, seguirei buscando a paz até o último minuto do meu mandato porque esse é o melhor caminho para deixar um país melhor para nossos filhos”, disse.

Santos disse que a vitória no “não” ocorreu por uma margem apertada e que a decisão democrática tomada no plebiscito não vai abalar a ordem pública. “Escuto os que votaram não e os que votaram sim”.

Depois do pronunciamento de Santos, as FARC divulgaram um comunicado, lamentando “o poder destrutivo daqueles que semearam o ódio e o rancor” na Colombia, convencendo a população a rejeitar os acordos de paz. Mas os 7 mil guerrilheiros do grupo também se comprometeram a manter o cessar fogo e usar “apenas a palavra como arma no futuro”.

O acordo de paz foi assinado no dia 26 de setembro como forma de colocar fim a uma guerra de mais de 50 anos e é fruto de quatro anos de negociações entre o presidente da Colômbia, Santos, e o líder das Farc, Rodrigo Londoño Echeverri, conhecido como Timochenko.

Os termos do acordo de paz preveem que os 7 mil guerrilheiros das Farc que restam entregariam suas armas em um prazo de seis meses e seriam incorporados à vida civil, com direito a formar seu próprio partido político e disputar eleições.

Outro item é a previsão de uma anistia, mas não para aqueles que cometeram crimes contra a humanidade. O documento ainda traz a decisão de fazer uma reforma agrária e por fim ao cultivo de drogas ilegais, que ajudaram a sustentar as Farc.

O ex-presidente Andres Pastrana (que tentou negociar com as FARC a partir de 1999 e cujo acordo fracassou em 2002) foi um dos partidários do “não” – junto com o ex-presidente Alvaro Uribe. Uribe, por sua vez, defendia que o atual presidente adotasse o mesmo método que ele quando esteve na Presidência da Colômbia: atacar militarmente os guerrilheiros. Sobre o acordo assinado por Santos, ambos argumentam que o atual presidente colombuano cedeu demais para as FARC sem necessidade – pois a guerrilha que, no seu auge, tinha 20 mil pessoas, foi reduzida a um terco.

 

Últimas Notícias

Inep divulga resultado do Enem
Frédéric Lamotte é o novo diretor geral da CA Indosuez Wealth (Miami) e responsável Global da região das Américas
A ACIRLAG chega para impulsionar o setor econômico da região Leste de Aparecida
Inep divulga notas do Enem na sexta-feira
Bolsonaro sanciona Lei do Orçamento 2019 de mais de R$ 3,3 trilhões
Parlamento venezuelano aprova acordo para entrada de ajuda humanitária
Imigrantes hondurenhos sofrem com obstáculos para passagem de caravana
Militares vão atuar de forma mais intensa no Programa Mais Médicos

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212