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20 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Haiti convoca eleições para 20 de novembro após adiamento por furacão - Jornal Brasil em Folhas
Haiti convoca eleições para 20 de novembro após adiamento por furacão


O Conselho Eleitoral Provisório (CEP) do Haiti convocou nesta sexta-feira as eleições gerais do país para 20 de novembro, após ter sido obrigado a adiar o pleito marcado para 9 de outubro por causa dos danos ocasionados pelo furacão Matthew, que deixou 546 mortos e 175 mil deslocados, de acordo com os números oficiais.

Se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos, os haitianos deverão voltar às urnas para um segundo turno em 29 de janeiro de 2017, ou seja, 21 dias depois da data estabelecida originalmente, detalhou o CEP em entrevista coletiva.

O órgão eleitoral anunciou no dia 5 de outubro o adiamento das eleições gerais previstas para o último domingo, devido aos danos ocasionados um dia antes pelo furacão Matthew.

O presidente do CEP, Leopold Berlanger, reconheceu hoje que depois do ciclone será difícil organizar as eleições como tinham previsto, já que muitos dos centros de votação estão destruídos parcialmente ou totalmente.

Por isso vamos levar o tempo necessário para organizar as eleições, disse o responsável do órgão eleitoral na entrevista coletiva.

Leopold também admitiu que será praticamente impossível ter um presidente até 7 de fevereiro, data estabelecida para a posse do novo governo, mas ressaltou que o CEP vai fazer o que estiver a seu alcance para realizar eleições limpas e democráticas.

Este pleito será realizado depois que o CEP invalidou as eleições de outubro de 2015 por supostas irregularidades.

Para o próximo pleito estão convocados 27 candidatos, entre eles, Jovenel Moise, do Partido Haitiano Tet Kale (PHTK); e Jude Celestin, da Liga Alternativa pelo Progresso e Emancipação Haitiana (Lapeh), que obtiveram 32,81% e 25,27% dos votos, respectivamente, nas eleições canceladas de outubro de 2015.

Desde 15 de fevereiro deste ano Haiti é dirigido pelo presidente interino Jocelerme Privert, após o término, uma semana antes, do período de governo de Michel Martelly, cujo sucessor não foi eleito devido à crise política que impera na nação mais pobre das Américas.

 

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