Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


18 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Cientistas acham estrelas antigas sobreviventes no coração da Via Láctea - Jornal Brasil em Folhas
Cientistas acham estrelas antigas sobreviventes no coração da Via Láctea


Uma equipe internacional de cientistas descobriu no centro da Via Láctea a presença de estrelas antigas do tipo conhecido como RR Lyrae, o que reforça a teoria de que o bojo da galáxia cresceu através da fusão de aglomerados de estrelas primordiais.

Essas estrelas podem ser inclusive os do cúmulo estelar mais velho e em massa de toda a Via Láctea, um autêntico sobrevivente, destaca em comunicado o Observatório Europeu do Sul (ISSO), de sua sede de Garching, no sul da Alemanha.

As RR Lyrae são estrelas variáveis com um brilho que oscila regularmente e que se encontram em populações estelares antigas de mais de 10 bilhões de anos de idade.

Ao estudar seu brilho, os astrônomos podem calcular sua distância, mas muitas vezes essas estrelas permanecem ocultas pelo pó ou perdem protagonismo porque há estrelas jovens próximas que brilham muito mais.

A equipe comandada por Dante Minniti, da Universidade Andrés Bello de Santiago, e Rodrigo Contreras, da Pontifícia Universidade Católica do Chile, encontrou as RR Lyrae no superpovoado coração da Via Láctea graças ao telescópio de rastreamento infravermelho Vista (Visible and Infrared Survey Telescope for Astronomy).

Este telescópio funciona como um gigantesco aspirador de pó e permite que os cientistas penetrem nas profundezas do entorno estelar.

Observando a luz infravermelha, a equipe pôde obter a visão mais clara conseguida até o momento dessa região e encontraram uma dúzia de velhas estrelas RR Lyrae no coração da Via Láctea que ainda não eram conhecidas.

Este descobrimento de estrelas RR Lyrae no centro da Via Láctea tem importantes implicações na formação de núcleos galáticos. A evidência apoia o cenário no qual o bojo se criou a partir da fusão de poucos cúmulos globulares, explicou Contreras.

Esta descoberta refuta a hipótese que indica que os bojos são resultado de uma rápida acumulação de gás e apoia a teoria de que o bojo da Via Láctea se formou através da fusão de cúmulos globulares.

Estas estrelas não são apenas uma prova para apoiar uma importante teoria da evolução galática, explica o ISSO, mas também é provável que tenham mais de 10 bilhões de anos.

Apesar serem tênues, são as tenazes sobreviventes do que pode ser o cúmulo de estrelas mais antigo e em massa dentro da Via Láctea.

 

Últimas Notícias

Governadores pedem ao STF julgamento de processos sobre repasses
Ministro quer atrair investimentos privados para Jardim Botânico do RJ
Fies vai oferecer 100 mil vagas a juro zero para alunos de baixa renda
TJ libera R$ 13 milhões para Vale ressarcir gastos do governo mineiro
Vale pede mais tempo para analisar Termo de Ajuste Preliminar
Deputados do Rio presos podem ter posses suspensas
Vale suspende operação em barragem em Brucutu e de mina em Brumadinho
TRE-RJ mantém ex-deputado Paulo Melo inelegível até 2024

MAIS NOTICIAS

 

Sul do Chile enfrenta 45 focos de incêndios florestais
 
 
Governo de Minas oferece suporte psicossocial às vítimas de Brumadinho
 
 
Força Nacional de Segurança começa a deixar o Ceará
 
 
Licitação de ônibus em São Paulo tem contratos de R$ 71 bi em 20 anos
 
 
Força Nacional vai atuar em Belém na primeira quinzena de março
 
 
Fiocruz alerta para agravamento de doenças na população após tragédia

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212