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16 de Fev de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 EUA lamentam suspensão de referendo revogatório na Venezuela - Jornal Brasil em Folhas
EUA lamentam suspensão de referendo revogatório na Venezuela


Os Estados Unidos lamentaram nesta sexta-feira a suspensão do processo do referendo revogatório contra o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e afirmaram que com ela o poder eleitoral venezuelano bloqueou um importante direito constitucional dos cidadãos do país.

Estamos profundamente preocupados pela decisão do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela de deter o referendo revogatório. Achamos que, com isto, o CNE evita que o povo venezuelano exerça um importante direito constitucional, disse em entrevista coletiva diária o porta-voz do Departamento de Estado, John Kirby.

O porta-voz americano disse que, infelizmente, a decisão tomada pelo Poder Eleitoral demonstra a polarização no órgão e o ponto até o qual está sendo bloqueado o direito constitucional do povo venezuelano.

Deixamos claras nossas preocupações sobre o processo democrático na Venezuela e o importante que é que os venezuelanos tenham direito a escolher seu futuro. Por isso, seguiremos pressionando para que haja um diálogo entre o governo e a oposição que garanta uma via mais próspera para o país, concluiu Kirby.

Maduro fez nesta sexta-feira um pedido de paz e diálogo a todos os venezuelanos, especialmente ao antichavismo, após a suspensão do processo de referendo revogatório contra ele, a última opção para revogar seu mandato neste ano.

O CNE (Poder Eleitoral) decidiu na quinta-feira paralisar o processo de referendo ao acatar a decisão de vários tribunais regionais que alegaram que os opositores cometeram fraude para conseguir completar parte do processo.

Com isso, ficou suspensa a coleta de 20% dos apoios para a convocação do referendo, atividade que os opositores deveriam completar até a próxima semana.

A aliança opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) procura agora um consenso sobre as ações a serem tomadas para responder à decisão do Poder Eleitoral.

O chavismo, inclusive o próprio Maduro, disseram aos opositores desde o princípio que o referendo não seria realizado neste ano e denunciaram à Justiça milhares de irregularidades que supostamente foram cometidas no processo.

 

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