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20 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Temer sanciona lei que permite envio de R$ 3 bi a organismos internacionais - Jornal Brasil em Folhas
Temer sanciona lei que permite envio de R$ 3 bi a organismos internacionais


O Brasil vai realizar, no primeiro semestre de 2018, a terceira edição do Mercado de Indústrias Culturais do Sul (Micsul), considerado o principal encontro regional voltado para mercados culturais e criativos da América do Sul. Segundo o secretário da Economia da Cultura do Ministério da Cultura do Brasil, Cláudio Lins de Vasconcelos, o encontro deve acontecer entre março e maio, porque como é um ano eleitoral não é permitido fazer eventos do tipo menos de seis meses antes das eleições.

O governo brasileiro ainda não definiu em qual cidade será realizado o Micsul e vai iniciar as discussões e receber propostas para escolher o melhor local. “Será um lugar importante, de fácil acesso e com infraestrutura para sediar um evento deste porte”, disse o secretário, em coletiva de imprensa hoje (20), último dia do Micsul realizado em Bogotá, na Colômbia.

Segundo a ministra da Cultura da Colômbia, Mariana Cordoba, a realização do evento no Brasil será “muito fácil”, já que o país teve experiências recentes com grandes eventos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas. Ela considerou o Micsul realizado em Bogotá um sucesso, com o cumprimento de cerca de 85% das rodadas de negócios agendadas.

A ministra não soube estimar quantos negócios foram fechados no evento, já que a maioria dos encontros terão resultados a médio e longo prazo. “Quase todos os festivais de 2017 já estão agendados, já tem programação, então muitos dos negócios se concretizarão para 2018 , disse.

Indústria limpa

Cláudio Vasconcelos disse que o Micsul se consolida como um evento essencial neste setor econômico estratégico para o desenvolvimento da região. “Somos um continente aberto, que respira cultura e que tem vantagens competitivas importantes na produção e na difusão dos meios culturais. Devemos continuar investindo neste setor, porque a indústria cultural é uma indústria limpa, que não polui, que emprega muita gente. E que sempre necessitará da criatividade humana”, disse.

O Micsul de Bogotá reuniu cerca de 3,5 mil participantes de diversos países da América do Sul, entre artistas, empresários e produtores culturais. Também participaram compradores de países como Estados Unidos e Polônia.

 

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