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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Diplomata dos EUA diz que Filipinas é aliada, mas que mortes ligadas a drogas preocupam - Jornal Brasil em Folhas
Diplomata dos EUA diz que Filipinas é aliada, mas que mortes ligadas a drogas preocupam


O diplomata norte-americano mais graduado na Ásia garantiu nesta segunda-feira às Filipinas que Washington continua sendo seu aliado de confiança e que apoia os laços florescentes de Manila com a China.

Mas o secretário de Estado assistente para Assuntos do Leste Asiático e do Pacífico, Daniel Russel, alertou que a preocupação crescente com os assassinatos relacionados a drogas no país sul-asiático é ruim para os negócios.

Russel é o primeiro visitante de alto escalão de Washington desde que o presidente filipino, Rodrigo Duterte, causou alarme na semana passada anunciando a separação de sua nação dos Estados Unidos e seu realinhamento com a China durante uma visita a Pequim.

Explicando os comentários sobre o Adeus, América de Duterte, o ministro das Relações Exteriores das Filipinas, Perfecto Yasay, disse no sábado que os EUA seguem sendo o amigo mais próximo de seu país, mas que Manila quer romper com uma mentalidade de dependência e subserviência e forjar laços mais estreitos com outras nações.

Russel, que conversou com repórteres depois de se reunir com Yasay, afirmou que Duterte já voltou atrás.

Ele disse que Washington apoia o diálogo e as negociações diretas entre Filipinas e China. Então é um erro pensar que relações melhores entre Manila e Pequim de alguma maneira vêm à custa dos EUA, disse.

Não queremos que os países tenham que escolher entre EUA e China, completou.

Durante seu encontro com o chanceler filipino, porém, Russel disse ter expressado sua preocupação de que a sucessão de declarações e comentários polêmicos e um verdadeiro clima de incerteza sobre as intenções das Filipinas aumentaram a consternação em uma série de países.

Ele acrescentou que esta não é uma tendência positiva.

Duterte tem repudiado as críticas norte-americanas à sua campanha antidrogas, em meio à qual cerca de 2.300 pessoas foram mortas desde que ele assumiu no dia 30 de junho.

 

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