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18 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Oposição de centro-direita vence eleições legislativas na Lituânia - Jornal Brasil em Folhas
Oposição de centro-direita vence eleições legislativas na Lituânia


A coalizão opositora de centro-direita, União dos Verdes e Agricultores, ganhou o segundo turno das eleições para o parlamento da Lituânia que aconteceram neste domingo e um de seus candidatos venceu o atual primeiro-ministro, o social-democrata Algirdas Butkevicius, em seu distrito eleitoral.

De acordo com os resultados divulgados pela Comissão Eleitoral Central (VKR, sigla em lituano) nesta segunda-feira, a União dos Verdes e Agricultores obteve 54 das 141 cadeiras da Câmara nos dois turnos eleitorais realizados no país báltico, seguida pela coligação de centro-direita União pela Pátria/Aliança Democratas-cristãos, que somou 31 parlamentares.

Já o Partido Social-Democrata contará com 17 cadeiras na nova legislatura, frente aos 38 que conseguiu nas eleições realizadas em 2012.

O Movimento Liberal, possível parceiro de coalizão no novo governo, terá 14 cadeiras no novo parlamento, enquanto o Ação Eleitoral de Poloneses na Lituânia e o Partido Ordem e Justiça contarão com oito parlamentares cada. As cadeiras restantes serão ocupadas por candidatos independentes e partidos pequenos.

No sistema eleitoral lituano, as 141 cadeiras da Câmara baixa do parlamento são distribuídas de acordo com uma dupla votação paralela, para uma legislatura de quatro anos.

Assim, 70 parlamentares são distribuídos através dos partidos por sistema proporcional e em uma única circunscrição nacional no primeiro turno, enquanto os outros 71 obtêm seu posto por sistema majoritário em distritos unipessoais na segunda votação.

A União dos Verdes e Agricultores aposta aparentemente por um executivo de tecnocratas, com ministros escolhidos por sua especialização em cada pasta, como Saúde, Educação e Relações Exteriores, enquanto a União pela Pátria preferiria uma coalizão política tradicional.

De acordo com os especialistas, o partido vencedor do pleito tem pouca experiência de governo e precisa do apoio da União pela Pátria, que fez parte de coalizões anteriores.

 

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