Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


19 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Mercado financeiro projeta inflação menor este ano: 6,89% - Jornal Brasil em Folhas
Mercado financeiro projeta inflação menor este ano: 6,89%


Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam uma inflação menor neste ano e em 2017. De acordo com a pesquisa Focus, divulgada toda segunda-feira pelo BC, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), vai fechar este ano em 6,89%, no sexto ajuste seguido. Na semana passada, a estimativa era 7,01%.

Para 2017, a estimativa foi ajustada de 5,04% para 5%. Essa foi a terceira redução consecutiva. As projeções ultrapassam o centro da meta que é 4,5%. O teto da meta é 6,5%, este ano, e 6% em 2017.

A projeção de instituições financeiras para a queda da economia (Produto Interno Bruto - PIB) este ano, passou pela terceira piora seguida, ao ser ajustada de 3,19% para 3,22%. Para 2017, a expectativa de crescimento foi reduzida de 1,30% para 1,23%.

Taxa Selic pode cair para 13,50%

Com a expectativa de retração da economia e inflação menor, as instituições financeiras esperam que a taxa básica de juros, a Selic, encerre 2017 em 13,50%. Na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduziu a Selic de 14,25% para 14% ao ano. A última reunião do Copom deste ano está marcada para o final de novembro. Ou seja, o mercado espera por um corte de 0,5 ponto percentual na Selic ainda neste ano.

Para as instituições financeiras, o BC dará continuidade ao ciclo de redução da Selic no próximo ano. A expectativa é que a taxa básica termine 2017 em 11% ao ano.

A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.

 

Últimas Notícias

Receita paga hoje as restituições do último lote do IRPF 2018
Mercado mantém estimativa de inflação em 3,71% este ano
BC anuncia que atividade econômica cresce 0,02% em outubro
Embraer e Boeing aprovam termos para fusão
Leilão da Ceal é adiado para o dia 28 de dezembro
Tesouro quitou no ano R$ 4,19 bi de estados e municípios inadimplentes
Paulo Guedes diz que pretende cortar até 50% das verbas do Sistema S
Com intervenção do BC, dólar começa semana em queda

MAIS NOTICIAS

 

Paulo Guedes diz que pretende cortar até 50% das verbas do Sistema S
 
 
Documentos de Ghosn são recolhidos de apartamento em Copacabana
 
 
COP24: países definem regras para implementar Acordo de Paris
 
 
Crise na Nicarágua se agrava, diz Comissão de Direitos Humanos da OEA
 
 
Regulamentação do mercado de carbono será decidida somente na COP 25
 
 
Coreia do Norte adverte EUA que sanções podem impedir desnuclearização

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2019 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212