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23 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Nave tripulada russa Soyuz MS-03 decola rumo à ISS - Jornal Brasil em Folhas
Nave tripulada russa Soyuz MS-03 decola rumo à ISS


A nave russa Soyuz MS-03, com três tripulantes a bordo, foi lançada nesta quinta-feira a partir do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, rumo à Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês).

Na nave, a terceira da nova série Soyuz, viajam o cosmonauta russo Oleg Novitski, a astronauta americana da Nasa Peggy Whitson, e o francês Thomas Pesquet, da Agência Espacial Europeia (ESA, sigla em inglês).

O lançamento foi realizado às 20h20 GMT (18h20 de Brasília) com ajuda de um foguete portador Soyuz-FG e, segundo o plano de voo, a nave se acoplará à ISS às 22h02 GMT (20h02 de Brasília) do próximo sábado.

Assim como no lançamento das duas primeiras naves da nova série Soyuz, a Roscosmos, a agência espacial russa, optou pelo esquema lento de aproximação e acoplamento à ISS, e não pelo que vinha sendo utilizado ultimamente, que permite o encaixe na plataforma seis horas depois da decolagem.

Os tripulantes da Soyuz MS-03 serão recebidos na plataforma orbital por seus ocupantes atuais: os russos Sergei Rizhikov e Andrei Borisenko, e o americano Shane Kimbrough, que estão há mais de três meses no espaço.

A nova tripulação celebrará o Natal e o Ano Novo a bordo da ISS e poderá saborear pratos cozinhados em um restaurante de Paris com duas estrelas da Michelin, explicou em entrevista coletiva o astronauta francês.

Essa comida, infelizmente, não é só para mim, mas para toda a tripulação, brincou Pesquet, que levará essas delícias a bordo.

A ISS, um projeto de mais de US$ 150 bilhões de dólares no qual participam 16 nações, atualmente é integrada por 14 módulos permanentes e orbita a uma velocidade de mais de 27 mil km/h a uma distância de 400 quilômetros da Terra.

A órbita da plataforma é elevada periodicamente com a ajuda de propulsores de naves acopladas a ela, já que a ISS perde diariamente entre 100 e 150 metros de altitude devido à gravitação terrestre, à atividade solar e outros fatores.

 

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