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13 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Cadeirantes reclamam da falta de acesso ao transporte público - Jornal Brasil em Folhas
Cadeirantes reclamam da falta de acesso ao transporte público


Pessoas com deficiência relatam encontrar dificuldades para entrar em ônibus, pois muitos motoristas passam e não param nos pontos por conta da demora em atender o usuário. O motorista precisa descer do veículo para acionar o elevador, e este por muitas vezes também não está em boas condições ou está até mesmo estragado.
João Simon, 61, sempre utilizou o transporte público para realizar suas funções do dia a dia e reclama que por muitas vezes fica horas no ponto e que passam três, quatro ônibus e não param. A esposa Sônia conta que já presenciou chacotas por parte dos funcionários do transporte público por causa da condição de João.
Sônia afirma que muitos ônibus estão com os elevadores quebrados, e mesmo quando o ponto está cheio de pessoas e o motorista necessita parar, as pessoas sobem e em algumas situações em que João Simon passou, o motorista ignorou sua presença, não desceu para acionar o elevador e sem explicações já saiu com o veículo.
Débora Fontenelle, 33, é administradora na Associação dos Deficientes Físicos do Estado de Goiás (ADFEGO), cadeirante e também usuária do transporte público. Ela elata que já passou por situações semelhantes como as de João, em que teve que esperar quatro ônibus passarem para poder subir e ir para seu destino. A administradora afirma que tem muitos motoristas que realmente não param e que em época de chuva as coisas tornam-se mais difíceis. E é quando ela mais tem que esperar para ser atendida pelo serviço. Ela também frisa que muitos elevadores não funcionam, mas acredita que na maioria das vezes estão em perfeitas condições e os motoristas negam o atendimento. João Simon explica que quando o motorista afirma que não pode levá-lo devido ao estrago do elevador, a orientação é que o motorista desça e mostre ao usuário que o equipamento realmente não funciona. Mas na prática apenas falam que está estragado e vão embora. Assim, o direito de locomoção desses usuários é violado de tal forma que a sua autonomia é podada pela falta de atendimento das empresas de ônibus. Mas segundo Débora não é todo o funcionário do transporte que é assim. Mas que as condições deste serviço dificultam a locomoção deles, e nestes casos só lhe restam aguardar o próximo ônibus. Além dos outros problemas de mobilidade e acessibilidade que também contribuem com a falta de assistência e recursos .

 

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