Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


24 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Preços de órteses e próteses podem variar mais de 3.000%, mostra estudo da ANS - Jornal Brasil em Folhas
Preços de órteses e próteses podem variar mais de 3.000%, mostra estudo da ANS


Pesquisa feita pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mostra variação de até 3.108% em preços de órteses e próteses. O levantamento avaliou os preços pagos por operadoras de planos de saúde por dois grupos de dispositivos implantáveis, usados para melhorar a circulação sanguínea arterial: a endoprótese vascular e os stents farmacológicos.

Os resultados da pesquisa inédita revelam a variação de custos entre os estados do país e as formas de aquisição.

De acordo com a ANS, a variação entre os valores de comercialização é esperada, considerando aspectos como transporte, armazenamento, tributação e poder de negociação, por exemplo. No entanto, os níveis observados de variação de preços no mercado de dispositivos médicos implantáveis “alcançam proporções extremamente elevadas, o que pode estar associado a condutas antiéticas, anticoncorrenciais ou ilegais”, diz o relatório.

A maior variação foi registrada na aquisição do produto Resolute Integrity, um stent coronário com Eluição Zotarolimus, adquirido em hospitais de duas regiões distintas. A diferença de valores chegou a 3.108%. Outro item com variação considerada abusiva é o Sistema de Stent Coronário de Cromo e Platina com Eluição de Everolimus, cuja diferença no preço atingiu 1.816,67%. Para as comparações, foram considerados os diferentes estados do país e a forma de aquisição dos produtos - se no hospital ou direto do fornecedor.

O relatório traz ainda um guia com orientações para uso de órteses, próteses e materiais especiais (OPME), com informações úteis para o uso racional. Segundo a agência, o objetivo é favorecer a transparência nos procedimentos de indicação e autorização desse tipo de material no setor suplementar de saúde.

O estudo integra o relatório final do Grupo de Trabalho Externo de Órteses, Próteses e Materiais Especiais (GTE OPME), coordenado pela ANS e pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O material também contempla um conjunto de medidas que resultaram das discussões de um grupo de trabalho composto por mais de 50 instituições do setor e do governo.

Para o trabalho, a nomenclatura de OPME foi padronizada. A Anvisa uniformizou nomes técnicos, o que gerou a revisão dos registros de produtos para saúde. Com isso, a ANS também revisou suas tabelas de nomenclatura de OPME. A medida permite identificar os produtos disponíveis no mercado, comparar preços para equiparação mercadológica, facilitar regulações sanitárias e econômicas, o monitoramento do mercado e o acesso aos produtos.

Para facilitar o acesso de pacientes às informações sobre implantes, o grupo de trabalho criou também um guia de perguntas para ajudar quem se submeteu ao procedimento a entender os cuidados que deve tomar após a alta hospitalar. As perguntas abordam desde o que foi implantado no corpo da pessoa, como funciona o dispositivo e se o aparelho precisa de manutenção, até orientações sobre cuidados gerais com a saúde do paciente.

Dados da ANS mostram que o mercado nacional de produtos médicos movimentou R$ 19,7 bilhões em 2014, dos quais R$ 4 bilhões (cerca de 20%) com Dispositivos Médicos Implantáveis. O maior faturamento no setor de saúde no Brasil se refere a equipamentos - a categoria DMI obteve a maior taxa de crescimento. No período entre 2007 e 2014, o aumento registrado foi de 249%.

Pesquisa feita pela agência em 2012, nas cinco maiores operadoras de planos privados de saúde em cada modalidade, revelou que cerca de 10% do total das despesas assistenciais referiam-se a gastos com órteses, próteses e materiais especiais.

 

Últimas Notícias

Jovens têm menos chance de contratação e mais de serem demitidos
Bolsa cai e dólar fecha em R$ 3,80
Araújo: dispensa de status especial na OMC nos coloca como país grande
Países sul-americanos devem sair de uma só vez da Unasul, diz ministro
Chanceler descarta emprego das Forças Armadas na Venezuela
Moçambique, Zimbábue e Malauí tentam identificar vítimas de ciclone
Nova Zelândia quer proibir, em abril, venda de armas do tipo militar
Conselho Europeu aceita prorrogar saída do Reino Unido para maio

MAIS NOTICIAS

 

Copom inicia reunião nesta terça para definir taxa básica de juros
 
 
Mercado reduz projeção de crescimento da economia de 2,28% para 2,01%
 
 
Atividade econômica tem queda de 0,41% em janeiro, diz BC
 
 
Governo lança edital de estudos para concessão de 22 aeroportos
 
 
Governo do Rio anuncia rompimento da concessão do Maracanã
 
 
Conflitos e segurança poderão contar pontos na avaliação de escolas

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212