Pressreader / UOL Banca / Nuvem



Siga, Curta e Compartilhe
#brasilemfolhas - #jonaldodia - #jornaldigital
#jornalbrasil - #newspaperbrazil - #jornalhoje


22 de Jan de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
Notícias
 Receita argentina comemora resultados de plano de legalização de recursos - Jornal Brasil em Folhas
Receita argentina comemora resultados de plano de legalização de recursos


Em 2016, os argentinos declararam ao fisco US$ 98 bilhões, que tinham guardados em casa ou investidos no exterior, sem conhecimento da Afip – a Receita Federal da Argentina. Esse é o resultado do plano destinado a legalizar esses recursos, aprovado pelo Congresso em agosto do ano passado e em vigor até o próximo dia 31 de março. Segundo o governo, o dinheiro legalizado contribuiu para o crescimento da arrecadação que, em dezembro, aumentou 90% em relação ao mesmo mês de 2015.

Na Argentina, além do Imposto de Renda, paga-se um imposto sobre bens pessoais (que incluem depósitos bancários, imóveis, veículos e embarcações), mesmo que eles não gerem renda. Segundo o titular da Administração Federal de Ingresos Publicos (Afip), Alberto Abad, com o plano cerca de 45 mil imóveis não declarados foram legalizados.

Estima-se que os argentinos tenham US$ 200 bilhões no exterior – sem contar o dinheiro que guardam em casa, nos esconderijos menos esperados, como a geladeira ou um vaso de planta. Ha décadas, eles têm o hábito de poupar em moeda norte-americana, fora do sistema financeiro nacional, para se proteger da inflação alta e dos confiscos. O último deles foi na crise de 2001, que resultou na moratória da dívida externa e na desvalorização do peso. De um dia para o outro, a moeda argentina, que tinha permanecido ancorada ao dólar durante uma década, perdeu dois terços de seu valor.

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, que assumiu em dezembro de 2015, lançou um plano oferecendo benefícios aos argentinos que repatriarem o dinheiro que têm no exterior ou revelarem o patrimônio não declarado, dentro e fora do país.

A lei permite aos argentinos abrir contas bancárias em dólares no país, para trazer o dinheiro de fora. Quem quiser pode investir em bancos, sociedades e imóveis no exterior - desde que os investimentos sejam declarados.

Para este ano, o desafio de Macri vai ser reduzir a inflação anual, que em 2016 foi de 40% e que em 2017 deve ficar em 20%, segundo as estimativas do governo. As previsões são de que a economia voltará a crescer, depois de ter sofrido uma retração de 2% em 2016.

 

Últimas Notícias

Chega a 73 o número de mortos em explosão no México; feridos somam 74
Forte terremoto de magnitude 6,7 atinge o Chile
Mais de 150 imigrantes se afogam no Mar Mediterrâneo
Brasil e Europa vão ser interligados por novo cabo submarino
Acordo para mudar nome da Macedônia gera protestos em Atenas
Ghosn está disposto a aceitar qualquer condição para obter fiança
Bombeiros buscam pessoa desaparecida depois de tromba dágua no Rio
Mega-Sena acumula de novo e pode pagar R$ 38 milhões na quarta-feira

MAIS NOTICIAS

 

ANP aprova credenciamento de empresa certificadora
 
 
Política de combate à inflação foi bem-sucedida, diz presidente do BC
 
 
Marcos Pontes: fusão de Embraer e Boeing preserva interesses do país
 
 
Número de linhas de celular tem maior queda do ano em novembro
 
 
ANP: Petrobras pede prazo maior para definir quais campos vai explorar
 
 
Ex-presidente do Banco Central defende política econômica do governo

 

 
 
 
 


ÚLTIMAS EDIÇÕES DO JORNAL BRASIL EM FOLHAS

 
 




© 2008 - 2017 - BRASIL EM FOLHAS S/A - CENTRAL DE ATENDIMENTO +55 (62) 3040-8212