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18 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Maduro afirma que Trump não pode ser pior que Obama na presidência dos EUA - Jornal Brasil em Folhas
Maduro afirma que Trump não pode ser pior que Obama na presidência dos EUA


O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta segunda-feira que é preciso esperar para ver como Donald Trump se sai na presidência dos Estados Unidos e, após assinalar que houve uma campanha de ódio contra o magnata, acrescentou que não será pior que Barack Obama.

É preciso esperar. Sobre o presidente Donald Trump os grandes veículos de comunicação internacionais especularam muito e nos surpreende a campanha de ódio que há contra Donald Trump, brutal, no mundo inteiro, no mundo ocidental e nos Estados Unidos, afirmou Maduro a jornalistas no palácio presidencial de Miraflores.

Não nos antecipemos aos fatos, nesse sentido eu quero ser prudente e dizer: Esperemos, pior que Obama não será, acrescentou.

O presidente venezuelano salientou que é preciso esperar para ver o comportamento de Trump tanto na política interna dos Estados Unidos como na política internacional, ao mesmo tempo em que ratificou que quer ter relações de respeito, comunicação e cooperação com Washington.

Esperemos, vêm grandes mudanças na política mundial (...) Será o que chamam a era Trump, eu acredito que as mudanças da geopolítica mundial vão estar marcadas pela pluripolaridade e pelo multicentrismo. A época do mundo unipolar acabou e a Venezuela está na onda de essas mudanças, completou.

Além disso, Maduro disse que Obama deixa um legado de guerras na África e na Ásia, deixa o mundo infestado de terrorismo, e na América Latina será lembrado por três golpes de Estado, em alusão ao afastamento dos presidentes de Honduras, Manuel Zelaya em 2009, de Fernando Lugo no Paraguai em 2012, e de Dilma Rousseff no Brasil em 2016.

Também atribuiu a Obama tentativas de golpes contra Evo (Morales, da Bolívia), as campanhas de cerco contra a Nicarágua, as tentativas de golpe e de magnicídio contra Rafael Correa no Equador e tudo o que fez ao povo venezuelano, a guerra econômica, o bloqueio financeiro.

Nesse sentido, indicou que a única coisa que podia reconhecer de Obama como algo positivo é o que tentou fazer com Cuba ao tentar aligeirar os mecanismos do bloqueio, embora tenha ressaltando que acredita faz isso porque acha que é a via pela qual podem reconquistar Cuba e recolonizá-la.

Ontem Maduro fez um apelo pela formação de um grande movimento nacional de rejeição e repúdio contra a ordem executiva de Obama que prorrogou na sexta-feira passada, por mais um ano, a emergência nacional sobre o país caribenho.

Maduro afirmou que a decisão do presidente em fim de mandato dos EUA de renovar a brutal ordem executiva na qual declara a Venezuela uma ameaça incomum e extraordinária é uma expressão de ódio lamentável.

Obama ordenou a continuidade de um ano da emergência nacional declarada em 2015 sobre a Venezuela, onde, segundo indicou, a situação não melhorou e o governo continua enfraquecendo as garantias dos direitos humanos.

 

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