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19 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Após apoio de Trump, Theresa May revelará sua posição sobre Brexit - Jornal Brasil em Folhas
Após apoio de Trump, Theresa May revelará sua posição sobre Brexit


A prime1ira-ministra britânica, Theresa May, explicará nesta terça-feira, em um discurso muito aguardado, sua visão sobre a relação com a União Europeia depois do Brexit, após receber o apoio do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.

May deve reiterar sua intenção de retomar o controle das fronteiras do país para gerir a migração, uma das razões-chave para o voto dos britânicos pela saída do Reino Unido da União Europeia (UE).

Isso levará a uma saída do mercado único, já que a UE vincula a livre-circulação de bens a de pessoas.

A primeira-ministra quer ter o máximo acesso ao mercado único, embora não tenha esclarecido como isso será feito.

O medo de uma saída do mercado único, o chamado Brexit duro, voltou a fazer a libra cair, mas sem abalar a bolsa de Londres, que permaneceu estável na abertura.

Mesmo com os bons dados da economia, a libra se tornou uma moeda política e a perspectiva de volatilidade é muito elevada, afirmou Chris Weston, especialista da agência IG, estimando que uma ruptura clara com o mercado único é cada vez mais provável.

Theresa May recebeu no domingo apoio do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, que disse que o Brexit acabará sendo uma grande coisa e anunciou que quer concluir rapidamente um acordo com o Reino Unido.

Vamos trabalhar muito duro para conseguirmos (este acordo) rapidamente, afirmou em entrevista concedida ao jornal britânico The Times e ao alemão Bild.

É uma notícia muito boa, reagiu o chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson.

Essas afirmações de Trump contradizem as do presidente Barack Obama, que advertiu o Reino Unido que ele seria p último dos parceiros com quem faria um acordo caso deixasse a UE.

Unir-se para que o Brexit seja um sucesso

A conclusão desse tipo de acordo terá que esperar o divórcio com a UE seja concluído e que a futura relação com Bruxelas esteja melhor definida.

May quer lançar o processo de separação antes do fim de março, ativando o artigo 50 do Tratado de Lisboa, o que seria mais um passo na série de negociações de dois anos.

Antes, a primeira-ministra terá que considerar a decisão da Corte Suprema, que deve se pronunciar antes do fim de janeiro sobre a necessidade ou não de consultar o Parlamento.

Antecipando as difíceis negociações, o ministro britânico da Economia, Philip Hammond, elevou o tom e ameaçou a UE de mudar o modelo fiscal e econômico para conseguir mais competitividade caso seu país não tivesse acesso ao mercado único europeu, junto com o controle migratório, nas negociações do Brexit.

Dois anos parece um período de tempo muito curto para tratar todos os temas e os protagonistas reconhecem desde agora que será um período de transição para amortizar o golpe do Brexit e definir as novas relações.

Em seu discurso de terça-feira, May também pedirá a seus concidadãos que deixem de lado suas velhas divisões e se unam para que o Brexit seja um sucesso.

Também lhes pedirá que encerrem os insultos e a divisão entre partidários e detratores da UE, de acordo com informações de Downing Street.

 

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