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25 de Mar de 2019 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Moradores de Bento Rodrigues escolhem proposta urbanística de novo distrito - Jornal Brasil em Folhas
Moradores de Bento Rodrigues escolhem proposta urbanística de novo distrito


As famílias do distrito de Bento Rodrigues, devastado na tragédia de Mariana (MG), escolhem hoje (28) em assembleia a proposta urbanística preliminar do novo distrito. Trata-se de um desenho que aponta a distribuição das ruas e quadras, assim como os tamanhos e os limites.

A tragédia ambiental de Mariana, considerada a maior do país, ocorreu em novembro de 2015. No episódio, a barragem de Fundão, pertencente à Samarco, se rompeu e liberou mais de 60 milhões de metros cúbicos de rejeitos. Dezenove pessoas morreram. Houve devastação da vegetação nativa e poluição da Bacia do Rio Doce. No município de Mariana, além de Bento Rodrigues, o distrito de Paracatu também foi destruído.

O terreno onde Bento Rodrigues será reerguido foi escolhido em maio do ano passado. A área tem 89 hectares e fica a cerca de 8 quilômetros (km) do centro de Mariana e a aproximadamente 9 km da antiga comunidade. Participaram de decisão 223 das 226 famílias que moravam no local. Entre as três opções apresentadas, a vencedora obteve 92% dos votos.

Na época da escolha do terreno, o prefeito de Mariana, Duarte Júnior, disse que a ideia é que o novo distrito tenha edificações sustentáveis, com placas para geração de energia solar e estrutura para armazenamento de água da chuva.

A reconstrução do distrito será paga integralmente pela mineradora Samarco e consta no acordo assinado com o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. Segundo o acerto, a Samarco deverá desembolsar aproximadamente R$ 20 bilhões para recuperar toda a Bacia do Rio Doce em 15 anos. No entanto, o documento ainda está sendo analisado pela Justiça. Mesmo sem homologação judicial, as partes informam que estão cumprindo o acordo.

A votação da proposta urbanística preliminar é organizada pela Fundação Renova, criada pela Samarco para gerir os programas de recuperação dos danos da tragédia, e conta com a participação da comissão dos atingidos. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) acompanha e fiscaliza o processo. Assim que a proposta urbanística preliminar do distrito de Paracatu estiver concluída, as famílias que lá viviam também serão chamadas para votar.

 

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