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12 de Nov de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Audiolivro produzido em Goiás promove inclusão - Jornal Brasil em Folhas
Audiolivro produzido em Goiás promove inclusão


As gravações dos poemas que integram o audiolivro Abracadabras: crio enquanto falo, escrito por Cássia Fernandes, serão feitas nesta quinta e sexta-feira, dias 2 e 3, na Rádio Universitária. Miss Austen, Condessa e Madame Natasha são as personagens do audiolivro que será lançado pelo Selo Ç3 da Nega Lilu Editora com apoio do Fundo Estadual de Arte e Cultura e parceria da Universidade Federal de Goiás. O lançamento está previsto para abril deste ano.

Além das vozes das protagonistas, o audiolivro terá trilha sonora original composta pelo Grupo Compasso. Música de domínio público também será utilizada na criação de ambiência para as narrativas que envolvem as três mulheres, bem como efeitos sonoros que pretendem conectar o século 21 ao século 19, período em que as personagens viveram. A direção musical é do escritor e jornalista Itamar Ribeiro.

Criada para ser ouvida, a obra tem potencial de circulação democratizada, contemplando a inclusão de leitores deficientes visuais. “E para que deficientes auditivos não ficassem privados do acesso ao livro, também estamos produzindo a versão em e-book de Abracadabras: crio enquanto falo também com estrutura ampla de difusão”, revela Larissa Mundim, diretora da Nega Lilu Editora. De acordo com a Nega Lilu Editora, Abracadabras: crio enquanto falo inicia sua circulação oferecendo ao leitor mil acessos gratuitos, no período de um ano.

A estratégia de circulação conta com divulgação feita por meio da rede de rádios públicas, mais de 200 veículos de comunicação, em todas as regiões do Brasil. “O audiolivro estará disponível em streaming para um universo de 1,5 milhões de assinantes, na América Latina”, conta ela.
Concepção

IMG_6633Cássia Fernandes define seu livro como uma “obra escrita e falada, para ser lida e ouvida”. A autora conta que Miss Austen, Condessa e Madame Natasha são vozes dissonantes. “Cada um desses heterônimos tem um perfil, um modo singular de encarar o mundo. Nos textos é recorrente a busca pelo amor no universo contemporâneo das relações virtuais. Simultaneamente, há um diálogo com hábitos, comportamentos, valores e mesmo a literatura do passado, com autores como Jane Austen e Dante Alighieri”, comenta.

O heterônimo Miss Austen evoca a escritora inglesa do século 19, Jane Austen. Por sua vez, Condessa seria uma antiga dama do passado, que tendo vivido no século 19 também, habitaria hoje o Segundo Círculo do Inferno da Divina Comédia de Dante Alighieri, no qual estariam encerrados os condenados pelo pecado da luxúria.

Já Madame Natasha seria uma espécie de bruxa e cigana de origem misteriosa. Todas elas seriam almas desencarnadas que se apropriariam da pena da escritora (do cavalo – expressão que designa o médium na Umbanda) para se expressar e continuar a viver em uma nova época.

Segundo a autora, o jogo, o antagonismo e a disputa entre as vozes pela prevalência se dá de modo lúdico. A dualidade e o conflito entre os conceitos de real e de imaginário perpassam também toda a obra. Há um contínuo embate entre a fé, a credulidade e o ceticismo.

Sobre a autora
Cássia Fernandes publicou, em 2000, o romance Cartas que não te escrevi, selecionado na Bolsa de Publicações Cora Coralina. Em 2005, a coletânea Escritos para Uso Pessoal e Doméstico, poemas impressos em pequenas caixas, lançado por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura.

Publicou ainda crônicas e contos no site www.aredacao, além de textos em prosa e poesia em seu blog http://almofariz.blogspirit.com/, onde tem praticado a publicação e o compartilhamento de podcasts literários. No jornal O Popular, assina crônicas publicadas sempre às sextas-feiras, no Magazine.

A produção poética de Cássia Fernandes, ao longo de 15 anos, foi reunida no livro Almofariz do tempo, lançado em 2016, pelo Selo Pantheon da Nega Lilu Editora.

 

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