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 Marconi sobre Celg: vamos viver uma nova página na história de Goiás - Jornal Brasil em Folhas
Marconi sobre Celg: vamos viver uma nova página na história de Goiás


Uma nova página de prosperidade na história de Goiás se inicia a partir desta terça-feira, dia 14, com a concretização do processo de privatização da Celg Distribuição. A afirmação foi feita pelo governador Marconi Perillo, durante solenidade de assinatura do contrato de venda para a empresa italiana Enel Brasil S.A., no Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia. Esta foi a última etapa do processo de privatização da distribuidora de energia do Estado, vendida por R$ 2,187 bilhões em leilão, em novembro do ano passado.

“Temos certeza que, a partir de agora, vamos viver uma nova página na história de Goiás. Minha primeira palavra é de agradecimento à Enel por ter acreditado em nós. Essa privatização representa a volta da confiança no governo brasileiro e da qualidade que vence, definitivamente, o preconceito ideológico e corporativo. O Brasil que nós queremos ter daqui para a frente é um País onde cada vez mais teremos que tomar medidas corretas, sensatas, equilibradas, justas, importantes para o futuro das próximas gerações e acabar de vez com as práticas populistas, demagógicas, corporativistas e ideológicas. Nós só vamos ser uma grande nação à medida que tivermos a capacidade de enxergar o mundo dessa forma”, afirmou Marconi.

Em discurso, o governador informou que a Enel estudou “profundamente” todas as possibilidades e oportunidades que o Estado oferece ao setor energético e disse acreditar que a empresa italiana fará os investimentos de forma correta e necessária, além de garantir o suprimento das demandas reprimidas ao longo do tempo. Ele destacou ainda que, à medida que os investimentos forem realizados, haverá retorno rápido para a sociedade goiana.

“Nós sabemos que, onde vocês estão atuando, o fazem com competência, qualidade e respeito aos consumidores. Nós temos convicção de que em pouco tempo a Enel mostrará a que veio aqui em Goiás. E, à medida que os investimentos forem anunciados e realizados, a população perceberá que nós perdemos muito tempo por não termos privatizado antes ainda essa empresa. Perceberá que o Estado é impotente e hipossuficiente do ponto de vista de recursos para investimentos. E que quem tem que aportar investimentos e exercer essa função é o setor privado. Ao Estado cabe regular e fiscalizar a qualidade dos serviços. É o que nós faremos a partir de agora”, declarou Marconi.

contratocelg5Relatou que, na última sexta-feira, dia 10, ligou para o presidente Michel Temer e recebeu dele congratulação pela venda da Celg. Segundo Marconi, Temer pediu que ele que transmitisse aos diretores da Enel o agradecimento por confiarem na nova fase de prosperidade vivida pelo Brasil, há alguns meses, e que pedisse a eles para confiarem na política macroestruturante do governo federal, sob a liderança do ministro Henrique Meirelles (Fazenda), bem como na segurança jurídica para investimentos e retorno do crescimento da economia do País.

De acordo com o governador, a Enel fará investimentos da ordem de 800 milhões de dólares, durante os próximos três anos, em Goiás. “Com os novos investimentos, a Enel fará jus à confiança que nós depositamos ao preparar em conjunto com a Eletrobrás, o Ministério de Minas e Energia e o governo federal essa privatização, que é a primeira do governo Temer. Até chegarmos a esse ponto, o caminho foi longo, tortuoso, difícil. Sabemos o quanto foi duro enfrentarmos e vencermos esse desafio de privatizar a Celg e, ao mesmo tempo, mostrarmos a Goiás que o que nós estamos fazendo é a favor de Goiás e do Brasil. E é a favor da mudança qualitativa”, ressaltou.

Novo ciclo de desenvolvimento para Goiás
O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, também destacou que a venda da Celg representa um novo “ciclo” para o desenvolvimento do País. “Hoje é um dia que marca uma nova era brasileira. Com todos os brasileiros ansiando muito pela recuperação da economia, ela se dá com movimentos semelhantes ao que temos aqui hoje, através da prova de grande confiança dos italianos e da Enel no Brasil. É uma enorme satisfação estar aqui sendo testemunha de um momento que marca, certamente, a recuperação brasileira. Não tenho dúvida de que nós vamos ter agora um novo ciclo de grande desenvolvimento no Estado de Goiás”, afirmou.

Responsável Global de Infraestrutura da Enel, o italiano Lívio Gallo informou em discurso que a empresa identificou “grande possibilidade” de crescimento em Goiás e garantiu que o retorno dos investimentos para a sociedade goiana será substancial e histórico. “Os clientes ganharão com a implantação de uma moderna tecnologia de distribuição já aplicada em outros países. Nós vamos aumentar os investimentos em Goiás para modernizar e expandir a rede energética. Nosso foco é priorizar a sustentabilidade do negócio e garantir a satisfação do cliente. Nosso objetivo é fazer da Celg a melhor distribuidora de energia do Brasil, a número 1”, afirmou.

O secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, disse que Goiás se torna exemplo para o País ao liderar esse momento de “grande” simbolismo com vistas à recuperação da economia não só no Estado, mas em território nacional.

“Temos aqui algo de enorme valor simbólico. Estamos num momento que sinaliza a recuperação da economia, que já está sendo apontada por muitos analistas, com base no desenvolvimento real da economia, centrado no investimento e no aumento de produtividade. No momento atual, um investidor que traz uma experiência global e também nacional, além de capital para investir no Estado, vai permitir ganho de produtividade no setor e na economia do Estado de Goiás”, disse.

Pedrosa destacou ainda a importância da privatização de empresas para garantia de investimentos e contratocelgmelhorias diretas para a sociedade. “A privatização da Celg é a primeira de uma série. A Eletrobras tem seis empresas que vai colocar no mercado. E isso traz um ganho enorme para a sociedade. Um ganho na melhoria do ambiente regulatório como um todo. Temos que reconhecer que as nossas seis empresas hoje puxam a média do segmento de distribuição para baixo. Então, quando a gestão dessas empresas melhorar, o consumidor do Brasil inteiro vai capturar isso com a melhoria dos padrões regulatórios. Por isso, precisamos de um governo que não tenha medo da palavra privatização”, afirmou.

Participam também da solenidade o presidente da Enel, Carlo Zorzoli; o vice-governador José Eliton; o embaixador da Itália no Brasil, Antônio Bernardino; o assessor especial da Presidência da República, Sandro Mabel; o representante do BNDES, Rodolfo Torres; os secretários Fernando Navarrete (Fazenda) e Joaquim Mesquita (Segplan); o procurador-geral do Estado, Alexandre Tocantins; os presidentes Gilberto Marques (TJ-Goiás); Kennedy Trindade (TCE); Joaquim de Castro (TCM); Pedro Alves (Fieg); José Evaristo (Fecomércio); José Mário Schreiner (Faeg); Euclides Barbosa (Acieg); José Vitti (Assembleia Legislativa); o diretor-geral da Angel, Romeu Donizete, deputados, representantes do Fórum Empresarial, diretores da Celg D, CelgPar e Celg G&T.

 

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