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16 de Dez de 2018 - Jornal em tempo real - Expediente - Publicidade

 

 
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 Com dívida de R$ 15,5 milhões, SMT tem até telefone cortado, diz secretário - Jornal Brasil em Folhas
Com dívida de R$ 15,5 milhões, SMT tem até telefone cortado, diz secretário


O novo responsável pela Secretaria Municipal de Trânsito Transporte e Mobilidade (SMT), Felizberto Tavares, disse que o órgão tem, atualmente, uma dívida de R$ 15,5 milhões com prestadores de serviços. Segundo o secretário, até mesmo as linhas de telefone chegaram a ser cortadas por atraso no pagamento. O MP apura o uso incorreto de verba na empresa.
Ainda de acordo com Tavares, o trabalho agora é para tentar evitar que esse montante cresça. “Hoje temos um dívida de R$ 15,5 milhões que nós herdamos e vamos fazer o possível para que ela não aumente. De agora em diante, [vamos] manter esse pagamento em dia”, destacou.
Por conta da situação, os semáforos de Goiânia ficaram cerca de 15 dias sem sincronismo. O débito com a empresa responsável pelo serviço era de R$ 1,5 milhão. Somente após uma nova negociação, um acordo foi selado e a prestadora voltou a atuar em Goiânia.
Até mesmo itens básicos foram afetados. Também por falta de pagamento, as linhas telefônicas da unidade foram cortadas. “Infelizmente, mais uma prestação de serviço foi suspensa é a de telefonia ante as parcelas que não vinham sendo pagas”, explicou. Após negociação, o serviço voltou a funcionar.
Uso irregular de dinheiro
O Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) investiga o uso irregular do dinheiro obtido com multas pela SMT. Segundo ação, parte da verba arrecadada pelo órgão foi destinada a pagamentos de despesas que a lei proíbe. Além disso, cobra a devolução de R$ 30 milhões como forma de reparar os danos causados. De acordo com a promotora de Justiça Alice de Almeida Freire, que assina do documento, a situação ocorreu entre os anos de 2013 e 2015, sendo que, neste último, a SMT recebeu mais R$ 32 milhões somente com multas. Ela explica que todo o montante deveria se usado, exclusivamente, em melhorias no trânsito.
Porém, a gastos que vão contra a legislação. Em documentos fornecidos pela secretaria, consta que R$ 922,6 mil foram usados para pagar custos administrativos. Além disso, mais 108,5 mil serviram para quitar a “locação de veículos de passeio para o secretário” e lanches.
Na contabilidade apresentada, também não foram apresentadas justificativas para o uso de R$ 2 milhões.
A situação também ocasionou déficit de agentes atuando nas ruas. “Hoje deveria ter, nas ruas de Goiânia, 1,2 mil agentes de trânsito fiscalizando. Mas nós temos menos de 250 agentes”, disse a presidente do Sindicato dos Agentes de Trânsito de Goiânia (Sinatran), Andreia Gonçalves.

Secretários

O MP destaca que o uso irregular das verbas ocorreu durante as administrações de quatro presidentes: José Geraldo Fagundes, Andrey Azeredo, Fradique Machado e Dalvan Nascimento.
Dalvan disse que em sua gestão não foi gasto nenhum centavo em desacordo com o que diz o Código Brasileiro de Trânsito (CTB).
Já Andrey afirmou que não foi notificado e, por isso, não pode comentar o assunto. A TV Anhanguera tentou contato com José Geraldo e Fradique, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.

 

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